sábado, 2 de outubro de 2010

Chupa-Chupa no Itapiapanema

CURIOSIDADES:

Chupa-Chupa no Itapiapanema

O povoado de Itapiapanema localiza-se às proximidades do povoado de Caruaru, no interior da ilha do Mosqueiro e, assim como Vigia, Colares e Baía do Sol, foi alvo, em 1977, do ataque de um Objeto Voador Não- Identificado conhecido como Chupa-Chupa. O nome do lugar, geralmente usado de forma abreviada (Tapiapanema), é de origem indígena (ita: pedra + peua: grande + panema: azar), significando “pedra grande azarada”. No entanto, naquela noite de 29 de outubro de 1977, quem teve azar foi a jovem Sílvia Maria Trindade ao deparar-se com o “OVNI-vampiro”. Para esclarecer o fato, recorremos ao Portal Fenomenum da Equipe CIPEX (Centro de Investigação Exobiológica), de onde extraimos os trechos abaixo:

“O primeiro aspecto interessante que podemos citar em relação à manifestação chupa-chupa seria em relação à evolução do fenômeno. Os ataques ocorreram de forma muito esporádica em 1976, aumentando gradativamente até abril de 1977, com a ocorrência da Ilha dos Caranguejos, espalhando-se pelo Estado do Maranhão, chegando depois ao Pará e depois ao Amazonas, em território brasileiro. Informações não confirmadas sugerem que o fenômeno ocorreu também em países próximos, Guianas e Venezuela. Essa evolução por regiões ocorreu de forma padronizada, como num mapeamento científico. Isso por si só já confere uma atividade inteligente ao fenômeno.”

“Verificando os casos de chupa-chupa observam-se vários detalhes recorrentes. A quase totalidade dos casos ocorrem à noite, e referem-se à luzes que surgem repentinamente iluminando todo o local próximo ao contato. Praticamente todos os casos relatados por ribeirinhos, seja no Maranhão, no Amazonas ou no Pará existe a descrição do objeto intensamente iluminado. Quase sempre a luz é tão forte que impede a visualização da fonte da luminosidade, ou seja, o objeto propriamente dito.”

“Quando ocorre a aproximação repentina acontece o "ataque" que é descrito quase sempre da mesma forma: o objeto projeta um facho de luz que paralisa suas vítimas, impedindo que eles movimentem qualquer parte do corpo, até mesmo para gritar por socorro. Além da paralisia as vítimas descrevem em sua totalidade que sentiram uma dor insuportável sendo logo tomados de profunda fraqueza como se eles tivessem sendo dopados. Nessas condições a maioria ainda conseguiu observar um segundo feixe de luz que atingia as mulheres acima do seio esquerdo (na grande maioria dos casos) ou nos homens, na altura do pescoço. O feixe de luz produzia uma marca longilínea, reta, extensa e larga, como se algo tivesse chapado a pele destas pessoas vitimadas. Em todos os casos documentados havia dois orifícios paralelos que se apresentavam elevados como se duas agulhas houvessem ali penetrado. A diferença é que quando pressionadas elas não desapareciam.

A queimadura resultante dos ataques era muito diferente das convencionas em praticamente todos os casos. Enquanto estas convencionais levam em torno de 96 horas para necrosar, as queimaduras produzidas pelo chupa-chupa necrosavam imediatamente.

As vítimas do chupa-chupa, após o incidente, se queixavam de vertigem,
dores no corpo, tremores, falta de ânimo, sonolência, fraqueza, rouquidão,
queda de pêlos, descamação da pele lesada e freqüentes dores de cabeça.
Estes sintomas foram constatados por médicos.”

“Daniel Rebisso Giese, um dos principais investigadores da onda chupa-chupa, descobriu outro caso trágico em um pequeno vilarejo no centro da Ilha de Mosqueiro, num lugar chamado Tapiapanema. A vila é composta de algumas poucas casas e seus moradores viviam da pesca e da agricultura. Neste local, Silvia Maria Trindade, 17 anos na época, estava grávida de cinco meses. Por volta das 18 h de 29 de outubro de 1977, ela e seu marido estavam deitados, descansando em sua casa. A noite já começava quando Silvia acordou e viu um objeto luminoso no céu. Deste objeto saiu um feixe de luz que atingiu seu braço. Assustada gritou, acordando seu marido e todos os vizinhos que saíram a tempo de ver o objeto no céu. Um deles disparou contra o objeto que logo em seguida desapareceu. Silvia desmaiou. Ao recobrar os sentidos estava muito nervosa e agitada. Seu marido Benedito resolveu levá-la à um hospital em Mosqueiro. O percurso é feito de barco, remando por aproximadamente 1 hora através de um rio. Durante este percurso, o OVNI surgiu novamente.

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Foto do Chupa-Chupa (Revista UFO).

"Estávamos no barco e o OVNI passou por cima do rio várias vezes. Ele nos seguiu e disparou uma luz no rio por uns 10 ou 15 metros. Não fazia nenhum barulho e não jogou o raio em nós, só no rio. Estava a uns 80 metros de distância. Aí o OVNI voou sobre a mata e desapareceu".

Em decorrência do contato, Silvia ficou com um hematoma no cotovelo esquerdo. Ela permaneceu internada por dois meses e acabou perdendo o bebê que esperava. Silvia ficou muito abalada com o acontecimento. Mais tarde seu casamento acabou e hoje ela vive só. No dia em que o objeto apareceu em Tapiapanema, a cadela Vitória, de propriedade de um dos vizinhos de Silvia, latia intensamente para o objeto. Em resposta, do objeto surgiu um facho de luz que atingiu a cadela que parou de latir. Nos dias seguintes ela começou a definhar morrendo 4 semanas depois.”

(http://www.fenomenum.com.br/ufo/casos/1970/padroes.htm http://www.fenomenum.com.br/ufo/casos/1970/fase2.htm)

2 comentários:

  1. Olá, Seu Claudionor, tudo bem? Sou Nathália, filha do professor Sebastião, daí de Mosqueiro. Lembra de mim? Eu não sabia que o senhor tinha um blog! Adorei! Também escrevo e tenho um. Eis o link:
    www.nathaliacarmem.blogspot.com

    Parabéns pelo blog!

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  2. Olá, meu nome é Eliana, sou do interior de são Paulo.
    Por favor, existe algum site que possua as fotos tiradas na época ???
    Obrigada
    Eliana
    liligallobrotaS@yahoo.com.br

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