quinta-feira, 21 de março de 2019
NA ROTA DA HISTÓRIA: ILHA DO MOSQUEIRO - Panorama sobre sua História e suas Gentes - Parte 2
Vídeo de caráter didático sobre a História da Ilha do Mosqueiro.
terça-feira, 19 de março de 2019
NA ROTA DA HISTÓRIA: BANCO TUPINAMBÁ - DEZ ANOS DE HISTÓRIA
Em agosto de 2008, lideranças comunitárias da Baía do Sol viajaram até Fortaleza (CE) para conhecer a experiência do Banco Palmas (o primeiro Banco Comunitário do Brasil), que conseguiu transformar a favela do Conjunto Palmeira, em um bairro popular com grande vigor econômico. No mesmo ano fizemos uma parceria com o Banco Palmas para a criação de um banco comunitário na região.
Em 16 de janeiro de 2009 inauguramos O Banco Comunitário Tupinambá com o objetivo de gerar trabalho e renda na comunidade da Baia do Sol, e multiplicar a experiência em outras comunidades da Ilha do Mosqueiro.A ideia era implantar programas e projetos de trabalho e geração de renda, utilizando sistemas econômicos solidários na perspectiva de superação da pobreza urbana local. O Banco Tupinambá é um banco comunitário brasileiro, conhecido formalmente como "Banco Comunitário de Desenvolvimento" (BCD) e nasceu com diretrizes bem definidas: garantir microcrédito para produção e consumo local a juros baixos, sem exigência de consultas cadastrais, comprovação de renda ou fiador; além de manter a riqueza produzida pelo bairro no próprio bairro, por aceitar a compra e a venda com a moeda local, operando sob o princípio da “Economia Solidária”.A Moeda Social do Banco Comunitário Tupinambá chama-se MOQUEIO (primeira versão na imagem acima), que é em homenagem à técnica que os índios tupinambás utilizavam para conservar o peixe e a caça, da palavra moqueia foi a que originou o nome da Ilha de Mosqueiro.
Nos primeiros anos o Banco Tupinambá era correspondente do Banco do Brasil, onde recebíamos contas e fazíamos empréstimos do BB, e começamos a mudar a Baia do Sol, pois o dinheiro começou a circular dentro do bairro, isso fomentou a criação de alguns pequenos aquecendo ainda mais o comércio local.
Na foto acima estão Márcia Duarte e Carol representando a Caixa Econômica, Marivaldo do Vale e Maria Ivoneide do Instituto Tupinambá, durante o treinamento e formalização do convenio entre o Banco Tupinambá e a Caixa. Com essa parceria toda a comunidade de Baía do Sol e consequentemente a Ilha de Mosqueiro serão beneficiadas com serviços mais eficientes e mais próximos, já que até então, os moradores da Baia do Sol tinham que se deslocar até a Vila, para terem acesso a esses serviços.
Agora, com o Instituto temos novos objetivos como garantir pequenos empréstimos para produção e consumo local, sempre com taxas de juros mínimas. O crédito para consumo na comunidade se dá através de uma moeda social própria, o Moqueio, cujo nome tem origem na técnica que os índios tupinambás utilizavam para conservar o peixe e a caça. Foi da palavra Moqueio que se originou o nome da Ilha de Mosqueiro. Hoje, a moeda social circula em toda a comunidade da Baía do Sol, que possui aproximadamente 7 mil habitantes, atingindo cerca de 96% dos empreendedores locais.
FONTE: http://bancotupinamba.blogspot.com/p/nossa-historia.html
sexta-feira, 8 de março de 2019
CARNAVAL NA ILHA: DESFILE DA UNIVERSIDADE DE SAMBA DO MOSQUEIRO 2019
Império de Samba do Aeroporto em 4.º lugar: 169,3
A UNISAM foi classificada em 3.º lugar: 195,6
Escola de Samba Peles Vermelha em 2.º lugar: 199,1
Campeã: Universidade de Samba Piratas da Ilha -199,3
Fotos: Arquivo de Beto Messias
sábado, 2 de fevereiro de 2019
MEIO AMBIENTE: BRUMADINHO, UM RETRATO DA NOSSA OMISSÃO
Brumadinho
(MG) –
assim como Mariana – é o cenário de
uma lamentável tragédia humana e social e, sobretudo, de um CRIME AMBIENTAL
anunciado. Não consideramos o rompimento de uma barragem de rejeitos minerais um
desastre natural, porque somente os castores constroem barragens naturais. Toda
e qualquer ação antrópica no meio ambiente corresponde a uma reação igual e
contrária de nossa Mãe Natureza. A equação é bem simples: DESTRUIÇÃO É IGUAL Á
DESTRUIÇÃO. E pagamos um preço bem alto: algumas vezes, com a vida de pobres
pessoas inocentes e suas conquistas terrenas ou com milhões, quantia vultosa
auferida pelos detentores do poder econômico através da ganância insana.
Por que buscar motivos técnicos, que só
atestariam o nosso subdesenvolvimento, se as causas são tão evidentes? Ora,
vivemos em nosso país um Capitalismo que está acima de tudo, inclusive acima
dos princípios básicos da Democracia, e o Lucro que está acima de todos,
motivando um escravismo salarial e um consumismo desmedido. Quem pode contestar
essa verdade?
Fala-se em leis de licenciamento ambiental mais
duras, enquanto o Governo do “Novo Brasil” pretende flexibilizar essa
legislação. Esquecem, porém, uma coisa importante: a APLICABILIDADE DAS LEIS, que
só poderá acontecer com a efetiva FISCALIZAÇÃO promovida pelo Governo e a
imprescindível atuação dos Poderes da República isentos da corrupção e atitudes
protecionistas.
O pior de tudo é que, em nosso país, a memória
coletiva é fraca e a conscientização se perde com o tempo. Basta a mídia não
publicar mais para que os fatos e os erros do passado caiam no esquecimento.
Quem financiaria, por exemplo, ondas verde-amarelas, vermelhas, verdes ou de
qualquer cor do arco-íris, não com a finalidade das campanhas políticas, mas
para lembrar catástrofes de tamanha magnitude e cobrar de políticos e
autoridades competentes providências que evitassem a repetição dos mesmos
erros?
Errare
humanum est, mas
permanecer no erro é burrice! Parece-me, muitas vezes, que o maior problema do
Brasil são os brasileiros! Somos nós! “É
nóis! ”
domingo, 20 de janeiro de 2019
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