sexta-feira, 13 de junho de 2014

EVENTO CULTURAL: FORROILHA 2014

 

Começa hoje na Ilha de Mosqueiro um dos concursos mais disputados do Estado do Pará na quadra junina. É o Concurso Intermunicipal de Quadrilhas Adultas.Todas as grandes Quadrilhas vão estar presente.

VEJAM ALGUMAS QUADRILHAS QUE SE APRESENTAM NESTA SEXTA:


-Ousadia do Amor
-Fogaréu Junino
-Cheiro Cheiroso
-Simpatia de São João
-Os Idosos Mosqueirenses
-Rosas de Ouro
-Raízes do Sol
-Encanto da Juventude
-Hiper na Roça
-Os Tancredinhos
-Roceiros da Barão


VEJAM ALGUMAS APRESENTAÇÕES DO SÁBADO:

-Charme da Ilha
-Simpatia da Juventude
-Alegria do Povo
-Explosão Junina
-Romance Matuto
-Sensação Caliente
-Mandacaru
-Encanto Mojuense
-Fuzuê Junino
-Buscapé
-Sorriso Junino
-Palmeiras do Açaí
-Fusão Junina


VEJAM ALGUMAS APRESENTAÇÕES DO DOMINGO:


-Encanto Paraense
-Santa Luzia
-Sensação Maritubense
-Mistura Fina
-Revelação Mosqueirense
-Revelação de São João
-Nova Geração Junina
-Encanto Tropical
-Açucena do amor
-Forró Sanfonado

Milhares de mosqueirenses e visitantes vão estar presentes na Praça da Matriz neste final de semana. O FORROILHA ajuda a preservar a cultura popular e fortalece os grupos folclóricos. Mas, considero que o mais importante é a geração de renda para centenas de pessoas que têm seus comércios na Praça da Matriz.

FONTE: https://www.facebook.com/eduarda.louchard?hc_location=timeline

terça-feira, 10 de junho de 2014

NA ROTA DO TURISMO: PRAIA DO PARAÍSO

Autor: Pedro Paulo Nascimento

O FOLCLORE E A ILHA: BOI-BUMBÁ

 

Autoria: Mosqueiro Vírgula

O Boi-bumbá é uma manifestação folclórica encontrada em quase todos os municípios paraenses. E é no mês de junho que são feitas as apresentações, ainda em sua formação original. É provável que a trama venha das histórias nascidas com o ciclo do gado, nos séculos XVII e XVIII, quando a vida girava em torno do boi e de sua criação.

Conta-se que na Belém da segunda metade do século XIX, o Boi-bumbá reunia negros escravos em uma dança que misturava ao ritmo forte a representação de um motivo surpreendente para a época: a luta de classes dentro da sociedade colonial. O boi acabou se tornando uma das manifestações mais autênticas da cultura paraense.

A história encenada no Boi-Bumbá é quase sempre a mesma, com pequenas alterações. Um boi foi comprado para a festa de aniversário da esposa do fazendeiro. Quando o animal chegou, o feitor recebeu ordem para tratá-lo bem. Ao lado dessa fazenda morava uma família composta pelo pai Francisco, "Nego Chico", sua mulher Catarina, seu compadre Cazumbá e mãe Guiomar.
Mãe Catarina, grávida, desejava comer o fígado do boi. Pai "Chico" então resolveu procurar um. O primeiro que encontrou matou. Só que, antes que mãe Catarina realizasse seu desejo, apareceu o dono do boi falando que o bicho era de estimação e que desejava seu boi vivo.

Todos saíram à procura de um pajé para ressuscitar o boi. O pajé foi logo pedindo cachaça, defumação e tabaco. Sentou-se no seu banco, passou cachaça nos braços, acendeu um cigarro e abriu os trabalhos.

Assim que o boi é ressuscitado todos cantam e dançam. O animal começa a fazer investida contra as pessoas que assistem à encenação. A composição do elenco varia de grupo para grupo e de região para região. De um modo geral todos incluem ainda a moça branca filha do casal de fazendeiros, vaqueiros, Cuzumbá, Mãe Catirina, Nego Chico (um preto velho), os índios com seu chefe, o doutor curador, o macumbeiro, o padre e o tripa (a pessoa que dança embaixo do boi).

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FONTE:https://www.facebook.com/permalink.php?story_fbid=1436551003264957&id=100007302125955

MOSQUEIRANDO: Na Ilha do Mosqueiro, o primeiro boi-bumbá surgiu em 1916 e chamava-se Pai do Campo. Seu criador: Raimundo Santana Oliveira, conhecido como Nego Tuíra. Para conhecer melhor essa história, pesquise neste blog:

http://mosqueirando.blogspot.com.br/2010/06/janelas-do-tempo-raimundo-o-boi-e-cobra.html

sábado, 7 de junho de 2014

MEIO AMBIENTE: A ESTRANHA ORIGEM DE NOSSA COMIDA EXÓTICA

 Postado por Pedro Leão
 
 
Conta-nos uma lenda - chamada da primeira água - que Jacy (Lua) e Iassytatassú (Estrela d'Alva), combinaram um dia visitar Ibiapité (Centro da Terra).
Em u'a madrugada deixaram Ibacapuranga (Céu Bonito) e desceram para a terra. Descansaram no enorme disco da Iupê-jaçanã (Vitória-Régia) e se puseram a caminho para o centro da terra. Quando as duas se preparavam para descer o Ibibira (abismo), Caninana Tyba mordeu a alva face de Jacy que, sentindo a dor, derramou copiosas lágrimas amargas sobre uma extensa plantação de mandioca.
Depois disso, a face de Jacy nunca mais foi a mesma pois as mordidas da caninana, marcaram-na para sempre.
Das lágrimas de Jacy surgiu o tycupy (tucupi).
O tucupi é ácido cianídrico.
Todavia, as nossas avoengas descobriram que poderiam vencer esse veneno deixando-o exposto ao sol por três ou quatro dias ou, então, depois de "descansado" (tempo em que a tapioca sedimenta-se no fundo do vasilhame), é fervido, ficando o tucupi pronto para o consumo humano.
Dessa massa (a tapioca) e da pimenta murupi surgiu a primeira iguaria exótica, nascida da sapiência das nossas avós amerabas.
Os autóctones desconheciam o sal. E o arubé, apesar de ardente, era o que dava um gosto às comidas insossas, além do que a sua causticidade as tornava mais saborosas.
De exotismo em exotismo, surgiu a tiquara, que chegou até nós como o nome de chibé.

A tiquara, ou chibé, nada mais é que a farinha de mandioca, com a água fresca dos igarapés, bebida em uma cuia pitinga.
Houve na história do Pará um instante onde o humílimo chibé foi reconhecido como alimento.
Ia acesa a Revolução Paraense, infamantemente conhecida por Cabanagem.
As tropas legais reclamavam por alimentos.
O marechal Manuel Jorge, irado com os protestos, perguntou aos reclamantes:
-- E os sediciosos o que é que comem?
Os perguntados responderam:
-- Chibé!...
-- Então, comam-no também, respondeu o marechal mal humorado.

OS ÍNDIOS FOGEM

Quando da descoberta do Brasil viviam na faixa larga da mata atlântica vinte e cinco milhões de ameríndios. A matança foi impiedosa e os autóctones tornaram-se nômades. Guaicuru, Temimino, Carijó, Aymoré, Tamoio puseram-se a andar, perseguidos implacavelmente pelo civilizado.
Aí as nossas avoengas mostraram para o que vieram. Responsáveis pela manutenção dos alimentos para os seus filhos, traziam em grandes cabaças o tucupi, o jambu, a carne de caça moqueada ou peixe, prática que elas haviam descoberto muito antes.
Era deliciosa a carne de anta moqueada com o tucupi ou então a folha da maniva, mascada pelas mulheres da taba em tempos de paz. Mascavam-na à beira de um igarapé corrente, para que a água lavasse a maniva desse modo triturada.
Se a carne moqueada no tucupi conservava-se por oito dias, a maniva cozida com carne de caça durava quinze dias.
Esse uso e costume deram origem a dois pratos exóticos da Amazônia - o pato no tucupi e a maniçoba - e ainda outra bebida, agora já com requintes de sabedoria das mulheres amazônidas, o tacacá.
O último bolsão dos ameríndios foi o Sul da Bahia e eles encetaram a grande marcha para o vale amazônico na metade do Século XVI. Nessa caminhada foram distribando-se. Belém ainda não havia sido fundada.

Começam as modificações

Ingleses, holandeses e franceses também se deliciaram com os produtos da mandioca.
Como não poderia deixar de ser, a chegada dos portugueses e brasileiros deu início ao hibridismo da alimentação do natural da terra.
Introduziu-se o sal, as carnes salgadas, o trigo e a cana-de-açúcar. Desta forma, a carne moqueada, que o autóctone conservava no tucupi e no jambu (conhecido mais tarde como o agrião do Pará), e que servia para alimentação dos amerabas, foi perdendo a sua forma primitiva.
De mutação em mutação chegou até nós o pato-no-tucupi.
Hodiernamente com o tucupi prepara-se peixe, carne de porco, frango, peru e dezenas de outros pratos. Apesar dessas mudanças é considerado de sabor selvagem para alienígenas.

Em antanho, nestas paragens, quando a leve viração do entardecer, trazia da floresta perfumes sutis, onde o da baunilha preponderava, era a hora em que, ao depois de um refrescante banho de igarapé, os naturais da terra preparavam-se para saborear o tacacá (mingau, para o português).
Esse mingau com seus ingredientes balanceados, no que concerne a toxidez do tucupi e o ardume da pimenta-de-cheiro, deveu-se a sapiência das índias. Defendendo-se desses males, as nossas avós amerabas, adicionaram o jambu (planta nativa do Pará) e a goma da tapioca. O primeiro age contra o tucupi e o segundo lubrifica as mucosas do aparelho digestivo contra o ardume da pimenta. Para torná-lo mais saboroso, juntavam-se pequenas piramutabas moqueadas.
Essa bebida também sofreu transformação quando o temperaram com o sal e substituindo-se o peixe pelo camarão salgado.
O duo de sabores selvagens que engalanam a mesa na quadra mais amorosa do paraense é o pato-no-tucupi e a maniçoba. O principal dia dessa quadra é o domingo do Círio de Nazaré. Na hora do almoço, em milhares de casas, nesse momento de recolhimento, toda a família reúne-se em volta da mesa para saborear esses acepipes.
Oito dias, dura o cozimento da maniçoba.
Seu principal ingrediente é a folha da mandioca brava e quem descobriu a gostosura desse produto, foram as matriarcas do povo paraense.
No princípio, como já dissemos, elas mascavam as folhas para triturá-las, e depois de lavadas em água corrente, coziam-nas adicionando-lhes gordura e nacos de carne de anta.
Como os portugueses receberam de herança dos mouros a mão de almofariz, que eles, os lusos, chamavam de pilão, quando vieram para cá, o trouxeram e ele se encaixou perfeitamente na trituração da folha da maniva. Atualmente as máquinas elétricas de moer encarregam-se desse trabalho.
Também essa iguaria sofreu transformação.
O português provou e aprovou. Todavia, acostumado com as suculentas "olhas" da santa terrinha, adicionou ao cozimento da maniçoba toda a sorte de carnes salgadas, principalmente do porco, do boi, as tripas e o mocotó, quase se assemelhando as "olhas".
Os nossos ancestrais ameríndios eram ferrenhos defensores da natureza, pois sabiam o tempo certo da caça para o alimento e da colheita dos frutos das arvores, principalmente a castanha, que adicionavam em seus saborosos beijus.
Ah! Os beijus...
O beiju, depois da farinha, é o alimento mais afamado e cantado em verso e prosa, por cronistas de todos os tempos, não só no Brasil, mas, em toda a América pré-colombiana, que já conhecia o seu sabor e o modo de prepará-lo.
Para isso teriam que saber identificar a mandioca amarga da doce.
Processo simplicíssimo. O pecíolo da folha da mandioca brava é verde e da doce, vermelha. São três as espécies da maniva brava: a branca, a amarela e a roxa.
Antes, bem antes da invasão do civilizado, as nossas avós faziam um enorme beiju espalmado, que o padre João Daniel, escreveu chamar-se de beiju-açu e que apenas quatro desses beijus poderiam alimentar vinte pessoas.
Afinal qual a configuração de um beiju? É um bolo chato, com a forma mais comum de um disco, variando para meia-lua quando dobrado, e losangular.
O beiju carimã é uma casta de beiju feita com a mandioca roxa, a mesma que é usada no preparo de uma bebida chamada caxiri, que os índios tomam na festa da puberdade das jovens. O caxiri tem a cor e a doçura de um espumante champanhe.
A variedade de beijus é imensa. Ele torna-se mais saboroso quando feito no leite tocari e adicionando-lhe a castanha do Pará, a sapucaia e a de caju. Aí, então, o seu sabor fica incomparável.

 Você sabe por que "Ilha de Mosqueiro”?

Os primeiros europeus a vencer a grande embocadura do Rio-Mar de Orellana foram flibusteiros espanhóis, em 1520, tendo um deles, eleito uma das ilhas do Rio Pará, como sua base de operações. Seu nome: Ruy de Moschera.
Saído da Espanha com destino às terras do Adelantado Cabeza de Vaca, no atual Estado de Santa Catarina, à altura dos Açores foi sua nau açoitada por tempestades que, além de avariá-la, fê-lo perder a rota e, por obra do acaso, deu com os costados na embocadura do grande rio onde fortes correntes marítimas empurraram-na para dentro.
Na ilha foi recebido amistosamente pelos naturais da terra denominados morubira (homens cabeludos, no idioma Tupi). Estes, além de o ajudarem a tornar o seu barco pronto para a navegação, forneceram-lhe farta quantidade de comida.
Moschera deixou-se ali ficar por largos meses, tempo em que, em incursões pelas Antilhas, abordava, saqueava e afundava caravelas inglesas, francesas e holandesas.
Um dos alimentos que mais agradaram a Moschera e sua tripulação foi a farinha d'água, produto resistente à mais alta umidade.
 

Do mundo de palmeiras no Vale Amazônico, restam apenas o açaí e a bacaba, que ainda podem ser encontrados.
O açaí resulta de uma emulsão em água de seus frutos violáceos quase pretos. Os nossos avôs amerabas, tomavam-no puro ou com mel de abelha.
No passado o mingau de açaí, dava às crianças amazônidas, descendentes de índios uma grande robustez, graças à constituição de seus frutos.
Da popular bacaba (Oenocarpus distichus), com os seus frutos pouco maiores que os do açaí, prepara-se um vinho de gosto agradável e de grande valor nutritivo.
O queijo dos nossos antepassados era mais saboroso do que qualquer queijo da face da terra.
Eles faziam-no das frutas da árvore do japurá. Cozinhavam os frutos até transformá-los em massa que arredondavam, depois, embrulhavam-na nas folhas da bananeira sororoca, levavam-na ao moquém. Quando a polpa do japurá, reduzida à massa, atingia certo grau de acidez, colocavam-na em água corrente -- sempre embrulhada nas folhas da bananeira sororoca -- conservando-a ali como numa geladeira natural.
Antigamente comia-se de modo mais puro, deliciando-se com o sabor selvagem de nossos alimentos.   


Bibliografia:
Notícia do Brasil - José de Anchieta - Fundação do Projeto Rondon, Minter, 1965 - Brasília.
História do Brasil - 1500/1627, Frei Vicente Salvador, 4ª edição. Edições Melhoramentos, 1954, São Paulo.
Meu Torrão - Viriato Corrêa, 5ª edição. Companhia Editora Nacional, 1957 - São Paulo.
Dicionário Guarani-Português - Luíz Caldas Tibiriçá, Traço Editora, 1989 - São Paulo.
A Amazônia Cyclopica - Jorge Hurley, A. Coelho Branco (Editor), 1931 - Rio de Janeiro.
O Tesouro Descoberto no Rio Amazonas - Frei João Daniel, Biblioteca Nacional, 1936 - Rio de Janeiro.
O Rio de Janeiro do Meu Tempo - Luiz Edmundo, 1º volume, Editora Conquista, 2ª edição - Rio de Janeiro,1924.
Memória Histórica da Villa de Morretes e do Porto Real - de Antônio Vieira dos Santos, tomo 1º, 1851, publicação da Secção de História do Museu Paranaense, 1950, Curitiba-Paraná.
Dicionário Histórico-Biográfico do Estado do Paraná - Luís Roberto N. Soares, Editora Livraria do Chain - Banco do Estado do Paraná, 1991 - Curitiba.
História de Santa Catarina - Oswaldo R. Cabral, 2ª edição, 1934, Editora Laudes, 1934, Flrianópolis-Santa Catarina.
Dicionário - A Língua Tupi na Geografia do Brasil - Orlando Bordoni, Editora Gráfica Muto, Campinas-São Paulo, apoio cultural, Banestado - o Banco do Paraná.
Lendas e Mitos do Brasil - Afrânio Peixoto, Livraria Francisco Alves, 1914 - Rio de Janeiro.
Fonte: http://www.orm.com.br/tvliberal/revistas/npara/edicao8/comida.htm

FONTE:
http://mosqueiroambiental.blogspot.com.br/2013/06/a-estranha-origem-de-nossa-comida.html

terça-feira, 3 de junho de 2014

CARNAVAL NA ILHA: ELEIÇÃO DE DIRETORIA

 

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 EDITAL DE CONVOCAÇÃO PARA ELEIÇÃO DA DIRETORIA E CONSELHO FISCAL   DA UNIVERSIDADE DE SAMBA PIRATAS DA ILHA PARA O QUADRIÊNIO 2014/2018.

A Comissão Eleitoral, no uso de suas atribuições, convoca os associados da Universidade de Samba Piratas da Ilha, para participarem da eleição que definirá a Diretoria e o Conselho Fiscal no Quadriênio 2014/2018.

A eleição ocorrerá no dia 15 de junho de 2014, na sede do Casarão da Seresta, com início às 10h e término às 14h.

Conforme dispõe a Legislação vigente, a forma de eleição, tanto da Diretoria, quanto do Conselho Fiscal consistirá na apresentação de chapas, as quais deverão conter os cargos e os nomes completos dos candidatos correspondentes.

As chapas serão compostas pelos seguintes cargos na Diretoria:
•Presidente;
•Vice-Presidente;

• O Conselho Fiscal será composto por: 03 (três) membros titulares e 03 (três) suplentes.

A eleição será feita por voto individual, direto e secreto.
No caso de chapa única, a eleição dar-se-á por aclamação expressa à chapa apresentada.
No caso de outras chapas, será a vencedora a que tiver maior número de votos.
Os candidatos e votantes deverão ser sócios regulamentares, conforme dispõe o Estatuto Social, e levar documento de identidade.

Obs.: Os interessados em montar uma chapa para concorrer à eleição deverão entregar a ficha de inscrição com todos os cargos preenchidos à Comissão Eleitoral, até o dia 13/06/2014 às 10h.

Atenciosamente,

Mosqueiro, 31 de maio de 2014.

Comissão Eleitoral

 

Lista de Fundadores e Sócios da U. S. Piratas da Ilha com direito a voto e a ocupar cargo eletivo.

Ata de Fundação

1

Claudionor dos Santos Wanzeler

2

Orlando A Rabelo

3

Paulo Jorge Cruz da Silva

4

Raimundo Edivaldo Teles de Souza

5

Gilberto Teles de Souza

6

João Batista do ... Silva

7

Carlos de Souza Cruz

8

Agostinho Godinho Pereira

9

Diógenes Godinho Pereira

10

Adnan Mathias Pereira

11

Edivaldo J. Caldeira

12

Antonio Carlos Mendonça da Cruz

13

Raimundo Sérgio de Azevedo Corrêa

14

Carlos Alberto Leal

15

João Efraim Neto

16

Luis Paulo de Oliveira

17

Carlos Augusto de Souza

18

Maria ...

19

.... Farias ....

20

Maria dos Reis Bitencourt Cabral

21

Albertina do R. Carvalho

22

Maria Castro

23

Maria ... Farias da Silva

24

Raimunda Araújo

25

Antonia Lima Bentes

Atas de Aprovação de Associados

1

Adalberto Lira de Almeida

2

Alciberto Tabosa dos Reis

3

Aldo de Vasconcelos Alvarez Rodrigues

4

Alessandro Pacheco de Almeida

5

Altair da Silva Gomes

6

Amaury Sebastião Coelho da Conceição

7

Ana Maria Matos do Monte

8

Ana Maria Xavier da Silva

9

Anderson Manoel Coelho da Conceição

10

Antonia de Fátima Palheta

11

Antonio Carlos Campos da Silva

12

Antonio Carlos do Nascimento

13

Antonio Carlos Mendonça da Cruz

14

Antonio Moraes de Sousa

15

Artur Mendes de Brito

16

Augusto Amandio Santos Ribeiro

17

Aurélia Bárbara Coelho Conceição

18

Bernardina Nazareno de Sousa

19

Carlos Alberto de Moraes Leal

20

Carlos Alberto dos Santos Lopes

21

Carlos Alberto dos Santos Lopes

22

Carlos Augusto Sousa Santos

23

Carlos Denilson Pereira Santos

24

Carmem Dolores de Freitas Jorge

25

Claudionor dos Santos Wanzeller

26

Cleobery José Coelho Barros

27

Cristiano do Socorro Pacheco de Almeida

28

Deoneide Mathias Fonseca

29

Edgar Augusto Gonçalves Gurgel do Amaral

30

Edilberto Wander Sousa Barbosa

31

Edinaldo Josué Gomes da Silva

32

Edivaldo João Caldeira

33

Eliete Bastos da Cunha

34

Eloiza Pacheco de Almeida

35

Elson B. de Oliveira

36

Eymard Mariano Silva Cordeiro

37

Fernando Rabelo Furtado

38

Flávio Ramalho Ferreira

39

Francisca Pinheiro

40

Francisco Carlos Mendes da Silva

41

Francisco da Silva Reis

42

Francisco José de Mendonça Santos

43

Gabriel Angelo Silva Cordeiro

44

Geraldo Teles de Sousa

45

Geraylton Rocha de Sousa

46

Gilberto Teles de Sousa

47

Heber Trindade Silva

48

Humberto Andraade Rabelo

49

Ianejaci do Socorro Oliveira da Silva

50

Iolanda Simões Mathias

51

Jaime dos Santos Carvalho

52

João Batista Favacho de Sousa

53

João Lima da Cunha

54

João Martinho Azevedo Corrêa

55

João Sidney Cabral Paiva

56

João Sidney Cabral Paiva

57

Joaquina Oliveira Ferreira

58

Jorge Abdala Francez

59

Jorge Abdala Francez

60

José de Ribamar Souza

61

José Fernando C. da Silva

62

José Francisco Moraes da Cruz

63

José Geraldo Cruz da Silva

64

José Luiz Mendes da Silva

65

José Luiz Rebelo Pereira

66

Jucival Chagas de O. Filho

67

Lauro José Nascimento Bernardes

68

Lázaro Benedito N. do Monte

69

Ledemarisa do S. Bastos de Sousa

70

Lúcia de Fátima da Silva

71

Luciléa R. Carvalho

72

Lucileide Carvalho de Oliveira

73

Lucivaldo Santos Ferreira

74

Luis Henrique B. Costa

75

Luís Paulo de Oliveira

76

Luiz Henrique B. Costa

77

Luiz Roberto Nascimento Bernardes

78

Luiz Sebastião da Silva

79

Manoel Mário do Carmo Santos

80

Manoel Reginaldo da Conceição

81

Maria Diva Magalhães P. Bitencourt

82

Maria do Socorro Boaventura

83

Maria Dulcelina B. da Silva

84

Maria Emília da Silva Reis

85

Maria José Cruz da Silva

86

Maria Madalena da Cruz e Silva

87

Maria Raimunda Castelo de Oliveira

88

Maria Suely Cardoso Souza

89

Marilda Bentes Tavares

90

Mario Jorge Botelho

91

Miguel Ferreira da Silva Junior

92

Milton Bastos da Silva

93

Nilda Benedita Bastos Botelho

94

Olinto Moraes Rendeiro

95

Orlando de Andrade Rabelo

96

Oscar Rabelo Furtado

97

Paulo Jair Santana Costa

98

Paulo Jorge Cruz da Silva

99

Paulo Sérgio Correa de Oliveira

100

Paulo Sérgio Mendes da Silva

101

Pedro Paulo da Silva Sousa

102

Raimunda Cruz da Silva

103

Raimunda da Costa Cardoso

104

Raimundo Bentes Fróes

105

Raimundo do Socorro Ferreira

106

Raimundo Edivaldo Teles de Sousa

107

Raimundo Jorge F. Oliveira

108

Raimundo Lira de Almeida

109

Raimundo Luiz de Sousa Moraes

110

Raimundo Sérgio de Azevedo Corrêa

111

Redson da Costa Pinheiro

112

Regina Célia Cruz Dias

113

Regina Cleide X. Rendeiro

114

Romeu Conceição da Fonseca

115

Rosileide Sousa Queiroz

116

Rosilene de J. Sousa Queiroz

117

Rosinaldo de Sousa Queiroz

118

Rosivan de Souza Queiroz

119

Sergio Ronaldo Rabelo Furtado

120

Silvana Cavalcante Dantas

121

Sinomar Dias Naves

122

Vanda Suely Fonseca

123

Washington Sebastião Cabral Paiva

124

Washington Sebastião Cabral Paiva

125

Wellington Carlos Sousa Barbosa

CANTANDO A ILHA: ONDE…

 

Autor: Prof. Alcir Rodrigues

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As ondas da praia do Bispo
Nada sabem de você...
No céu plúmbeo,
As nuvens quase equidistantes
Não me cochicham,
Segredando teu destino.


Às garças elegantes,
Grito silenciosa
E desesperadamente
Que não mintam para mim.
As pedras cruelmente calam,
Calam, calam...
Só as ondas falam...

Mas é um idioma
Cujo código desconheço
Por completo...
Ao largo, na baía,
Zombeteiros barcos, gargalhando
Aos pô-pô-pôs,
Despedem-se e vão-se...
E só, eu vou ficando por aqui...

O sol decai em sono lento,
Espargindo pelo panorama
Melancólicos vermelhos,
A impregnar meus lassos olhos,
Abandonados pela luz.

Pergunto às estrelas,
que apenas me piscam, cúmplices
desse segredo, desse mistério
que insiste em não ser revelado...

Que estará fazendo o Meu Amor?
Por quais trilhas estará vagando,           longe,longe                                                       sem                                                               
mim, que lamento                                           
por estares em um lugar por mim desconhecido!

Eu, que durmoacordo no Paraíso,
porque é com minha Princesa que divido
o leito, vivo num sonho, devaneio
que não quero nem de longe
que me escapula da vida/vista.

Tudo que mais quero no mundo
é ter você em meus braços...

Sempre... Sempre...
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