domingo, 27 de janeiro de 2013

NA ROTA DA HISTÓRIA: REDESCOBRINDO A BAÍA DO SOL

 

Lançados no final de 2012, dois novos livros vêm contribuir para a redescoberta da história, do estilo de vida e da cultura da Baía do Sol, pesquisados e analisados sob a luz dos métodos científicos.

As obras representam um estudo de suma importância para o conhecimento da história do Mosqueiro, na medida em que focalizam, entre outros, dois pontos relevantes sobre a povoação mais antiga da Ilha: a colonização e o escravismo. Para fazer uma viagem ao passado e conhecer as origens daquela comunidade, leia estas produções:

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Os autores:

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“Maria Beatriz Pacheco Mendes, natural de Prainha-PA. Graduada em Sociologia, Especialista em Gestão Escolar e Estatística Educacional e Mestranda em Educação – Formação de Professores. Atua como Professora na Rede Estadual e Municipal de Ensino.”

“Francisco Antônio Almeida Pereira, nascido em Belém, formado em Ciências Sociais pela Universidade Federal do Pará, Pós-graduado em Estatística Educacional pela UFPa. Professor da Rede Municipal de Belém, tendo seu primeiro livro publicado em parceria com a professora Maria Beatriz P. Mendes, também socióloga.”

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

JANELAS DO TEMPO: AÇAÍ COM JABÁ

 

Produzido na Ilha do Mosqueiro, às proximidades do trapiche da Vila, o curta-metragem “Açaí com Jabá” (ano 2.000) é um filme interessantíssimo, pois retrata com muito humor um dos costumes locais, além de ser um excelente trabalho de direção cinematográfica, coroado pela primorosa participação do elenco.

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“Comédia baseada no costume do amazônida de tomar açaí. O enredo é um inusitado duelo entre um paraense e um turista para ver quem consegue tomar mais açaí acompanhado de jabá.

Filme paraense produzido no ano de 2000 com direção coletiva de Alan Rodrigues, Marcos Daibes e Walério Duarte, traz no elenco Ernesto Piccolo, Nilza Maria, Paulo Marrat.

O argumento do filme é baseado nesse costume do homem da Amazônia. O filme ganhou o Prêmio de Melhor Direção em Goiânia, Melhor Ator no Festival Guarnicê, Melhor Curta Metragem Paraense na Mostra de Curtas do Banco da Amazônia.”

FONTE: http://www.historiadocinemabrasileiro.com.br/acai-com-jaba/

Assista ao filme e divirta-se:

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

JANELAS DO TEMPO: O ATOR MOSQUEIRENSE ALBERTO BASTOS

 

Um dos grandes nomes da cultura da Ilha é, indubitavelmente, o teatrólogo Alberto Bastos. O grande ator mosqueirense, já falecido, iniciou sua carreira no Teatro Paroquial do Mosqueiro ainda na década de 1940, tendo sido um dos primeiros a interpretar Jesus Cristo no Drama da Paixão.

Na Paróquia de Nossa Senhora do Ó, o saudoso Alberto Bastos encenou diversas peças, além de ser “intimorato defensor do meio ambiente e entusiástico animador de pastorinhas e de pássaros juninos”, como afirma o Pe. Cláudio Barradas.

No entanto, o talento artístico de Alberto Bastos não ficou restrito às inúmeras apresentações na Ilha, as quais sempre foram muito elogiadas e aplaudidas pelo povo. Ele se tornaria um dos grandes nomes do teatro paraense. Em 1954, já com experiência de diretor teatral, criou, ainda na Ilha, a companhia intitulada Teatro Experimental do Mosqueiro, grupo que reunia vários atores locais. Seguindo para Belém, o grupo ganharia a força de novos talentos da dramaturgia e receberia o reconhecimento da crítica e do público, por suas excelentes performances realizadas nos palcos da capital, principalmente no Teatro Waldemar Henrique.

Em 1984, Alberto Bastos criou o Baile dos Artistas, evento que começou como uma simples brincadeira, mas que se tornaria uma festa de homenagens e premiações entre os artistas belenenses.

Conhecido como o Bruxo da Praça da República, por ter vivido, de livre e espontânea vontade, seus últimos anos no coreto daquele logradouro público, o ator viria a falecer na Ilha, no ano 2000, vítima de um acidente vascular cerebral, deixando, até agora, uma lacuna impreenchível na arte cênica do Mosqueiro.

Além de ator e diretor teatral, Alberto Bastos fez algumas incursões pelo cinema paraense, como uma participação no filme “Um Dia Qualquer”, de Líbero Luxardo, ou a interpretação do velho barqueiro no curta “Ver-o-Peso” (1984), dirigido por Januário Guedes, Sônia Freitas e Peter Roland, produção a que você assistirá no vídeo abaixo.

 

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

NA ROTA DO TURISMO: VISITE A ILHA DE MOSQUEIRO

 

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Ilha amazônica da microrregião guajarina com uma área de 220.641 Km2, o equivalente a 22.064,12 Ha e localizada geograficamente entre as coordenadas 01º04’ a 01º14’ de Latitude Sul e 48º 19’ a 48º 29’ de Longitude Oeste de Greenwich e uma população em torno de 50,000 habitantes, Mosqueiro representa a porção norte do município de Belém e abrange cerca de 40% do território da capital.

Segundo a Lei Nº 8.655, de 30 de julho de 2008, que dispõem sobre o Plano Diretor do município de Belém, a ilha é parte da Macrozona do ambiente natural (MZAN) de Belém, através da Zona de Ambiente Natural 2 (ZAN 2), setores I, II e III (Lei Nº 8.655/98), assim caracterizados:

A ZAN 2 – Setor I situa-se na região nordeste e oeste da ilha de Mosqueiro compreende o Parque Ecológico da Ilha do Mosqueiro e está dividido pela rodovia PA-391 (Rodovia Augusto Meira Filho), caracteriza-se por possuir bacias hidrográficas e recursos naturais conservados, baixa densidade demográfica e presença de comunidades tradicionais.

A ZAN 2 – Setor II situa-se na parte centro-sul da ilha de Mosqueiro e está dividido pela rodovia PA-391, caracteriza-se por possuir assentamentos informais, ocupações irregulares e grandes áreas com remoção de cobertura vegetal.

A ZAN 2 – Setor III situa-se ao sul da ilha de Mosqueiro, abrangendo a ilha de São Pedro, está dividido pela rodovia PA-391 e caracteriza-se por expressiva área preservada, bacias hidrográficas, presença de comunidades tradicionais e o sítio histórico na ilha de São Pedro.

Área limite da Baia do Guajará, a Ilha de Mosqueiro tem temperaturas amenas: à tarde ficando em torno de 30º, e durante a madrugada baixa para 23º - 24ºC. Sem período de estiagem bem definida e uniformidade na distribuição das chuvas ao longo do ano têm-se, a ocorrência de diminuição nos índices pluviométricos a partir do mês de junho e crescimento do mesmo em meados de dezembro, caracterizando o período “chuvoso” na região.

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As ilhas de terras inundáveis de Belém apresentam solo típico de várzea, que são solos hidromórficos. Os solos de terra firme não inundável, encontrados em Mosqueiro, do ponto de vista agronômico, devido à acidez não devem ser utilizados, sendo mais indicados para serem mantidos como reservas florestais.

Em nível de ecossistemas vegetais, na Ilha de Mosqueiro encontram-se: Floresta de Várzea com presença de palmeiras; Floresta de Várzea com predominância de espécie de mangues; Floresta de Várzea de maré com espécie de mangue; Floresta Secundária Aluvial de Terra Firma; Floresta de Várzea de maré com predominância de muitas Liamas; Floresta de Terra Firme com cipó e Floresta de Terra Firme. Neste ambiente, duas áreas de proteção ambiental (APA’s), se configuram: O Parque Ambiental da Ilha de Mosqueiro e a Estação Ecológica do Furo das Marinhas.

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Mosqueiro possui 17 km de praias de areias com diferente estrutura granulométrica ou textura, muitas das quais ligadas ao ambiente que podemos caracterizar como praias urbanas, recebendo influência direta das marés de água doce, mas com variações de gradiente de salinidade, que acompanham as mudanças sazonais de pluviosidade.

Limitada a oeste pelo Rio Pará e pela Baia do Guajará, ao sul pela Baia de Santo Antônio, ao norte pela Baia do Sol e a leste pelo Furo das Marinhas que separa a ilha do continente a hidrografia da Ilha de Mosqueiro encontra-se inserida na Bacia Litorânea. Para efeito de descrição seu sistema de drenagem configura-se em nove zonas homólogas, correspondendo às seguintes sub-bacias: Cajueiro, Murubira, Pratiquara, Mari-Mari, Furo das Marinhas, Pirajussara, Barreiras, Santana e Sucurijuquara.    

Mosqueiro estabelece relações e influências ambientais diretas e indiretas com as águas do Rio Amazonas e de outros ambientes aquáticos aos quais mantém limite ou dos que recortam seu território, como os pequenos rios, igarapés, furos e alagados, de águas brancas (barrentas) ou pretas, de grande importância no deslocamento das populações locais e ambientes de desenvolvimento ictofaunístico explorados pela pesca artesanal, uma das principais atividades econômicas da ilha.

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A ilha de Mosqueiro, como espaço e ambiente amazônico, vem passando por inúmeras transformações de ordem econômicas, sociais e ambientais. Além do crescente crescimento no número de visitantes, a sua população também cresce aceleradamente, demandando ocupação e uso de seus recursos naturais, como o pesqueiro, de forma desregradas, sem fiscalização e ordenamento colocando em risco a qualidade de vida na ilha.

NO TURISMO NA ILHA DE MOSQUEIRO FAÇA UMA...

Viagem com baixo impacto

O turismo é um dos grandes segmentos econômicos do mundo, que gera empregos e faz o intercâmbio entre diferentes culturas e estilos de vida. Independente do local visitado, é importante que, em cada um deles, a responsabilidade e o bom senso andem de mãos dadas.

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Quando falamos em viagem sustentável, não significa apenas fazer um turismo ecológico e cheios de trilhas. É muito além disso. Trata-se de uma viagem que valoriza a cultura local e a natureza. Dessa forma, é possível desfrutar com consciência as melhores paisagens, peculiaridades locais e as belezas naturais.
Antes de saber como agir em cada uma dessas viagens, entenda a diferença entre turismo de aventura, ecoturismo e turismo sustentável:

Turismo de aventura

Nesta modalidade o viajante vai em busca de atividades de aventura, como experiências físicas e sensoriais recreativas que envolvem desafios e que podem proporcionar sensações diversas como liberdade, prazer e superação. Entre essas atividades estão a canoagem, o surf, o ciclismo, o arborismo, o mergulho, entre outros. Esse tipo de viagem pode ser chamado também de turismo de esporte.

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Ecoturismo

Esse tipo de turismo é realizado em áreas naturais como uma atividade que incentiva a conservação do patrimônio natural e  promove o bem-estar das populações locais e a consciência ambiental nos turistas. Por essa razão, o turismo ecológico faz a ligação entre o homem e o meio ambiente, com envolvimento do turista nas questões relacionadas à conservação dos recursos do destino escolhido, que deve ser aproveitado de forma responsável.

Turismo sustentável

Trata-se de um conceito que engloba todos os tipos de turismo. Segundo a Organização Mundial de Turismo e o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, os princípios do Turismo Sustentável “são aplicáveis e devem servir de premissa para todos os tipos de turismo em quaisquer destinos”. Dessa forma, a viagem sustentável leva em conta questões como a gestão dos recursos econômicos, sociais e estéticos, e mantém a diversidade biológica e particularidades culturais.

Como agir?

Pesquise sobre o lugar

A internet é uma excelente ferramenta para encontrar informações sobre o destino da viagem. Analise sobre os costumes, alimentação, pontos turísticos, acomodações e preços. Informações básicas como tarifas e regras de visitação podem ajudar você a economizar dinheiro e ganhar tempo. Dê preferência a agências que aderem a programas de responsabilidade socioambiental.

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Não seja gringo, seja local.

Valorize e respeite a cultura do lugar.

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Aproveite com equilíbrio

Uma viagem maravilhosa não é aquela que se faz tudo, mas sim que é aproveitada com intensidade. Coloque a qualidade na frente da quantidade.

Tome conta do seu lixo

Se fizer uma trilha, leve tudo que for produzido no trajeto. O mesmo vale para os passeios urbanos. Jogar lixo no chão é uma vergonha!

Conheça a culinária local

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Aproveite a viagem para experimentar novos sabores. A culinária diz muito da cultura de um povo. Conhecê-la também é uma forma de valorizar a região visitada, pois  o consumo de produtos locais é menos agressivo ao meio ambiente e movimenta a economia local.

Locomoção sustentável

Se o local que você está visitando oferece ciclovias, boas calçadas e te possibilita fazer tudo a pé, use e abuse desses recursos! Você fará exercício, evitará emissão de CO2  e ainda conhecerá coisas que de carro poderiam passar despercebidas. Sem contar a economia com combustível, pedágios, passagens, etc. Pense nisso!

Equipe GreenNation
http://www.greennation.com.br/pt/dica/240/Equipe-GreenNation/Viagem-com-baixo-impacto


Imagens:
http://katializ2008.blogspot.com.br/2012/09/cultura-e-tradicoes-valorizando.html
http://Mosqueirando.blogspot,com,br
http://www.diarioonline.com.br/noticia-211707-veranistas-lotam-praias-de-mosqueiro.html

FONTE:
http://mosqueiroambiental.blogspot.com.br/p/blog-page.html

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

NA ROTA DO TURISMO: UM ENCONTRO COM A ILHA

 

O ‘Blog PT de Mosqueiro', no dia 12 de janeiro de 2013, homenageou Belém pelo seu aniversário (397 anos), postando uma matéria da “Folha de São Paulo on line” publicada dia 07/11/2012, sobre a área mais bonita da capital paraense: a “Ilha de Mosqueiro”. “Parabéns, bela Belém! Parabéns! pois Mosqueiro é Belém, também!”

07/11/12 - 19h 45min

POR MARCELO KATSUKI – Folha de São Paulo on line

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Descobri meu paraíso pessoal numa ilha fluvial a 70 km de Belém (PA): a Ilha do Mosqueiro. Quem me indicou o lugar foi a profa. Doralice Araujo, amiga paraense que mora em Curitiba e que em viagem recente ao local postou algumas fotos que me animaram.

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Você pode chegar à ilha de carro (se alugar um), de táxi (pagando 150 reais) ou de busão amarelo-tucupi, por módicos 7 reais (saindo da rodoviária). O trajeto dura pouco mais de uma hora e você aproveita para se integrar um pouco mais ao ‘tacacá way of life’.

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Apesar de lembrar um cenário de pós-luta do Kill Bill, o busão tem ar-condicionado, não lota e você ainda pode comprar o melhor biscoito de maisena com doce de cupuaçu do ambulante que entra no meio do caminho por R$ 1,50. Comprei só um, pensando em ajudar, e no fim me arrependi amargamente por não ter arrematado todo o lote. Biscoitinho divino-maravilhoso de bom!

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Desci no Chapéu Virado e fui caminhando até o hotel pela Beira-Mar, completamente vazia, uma tranquilidade. Acho que arrastei a mochila por uns 2 km sob um sol de rachar a cuca, mas nem liguei. Foi como caminhar por um cenário de um filme de suspense-tropical, numa ilha urbanizada, mas deserta.

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Cena 2: A praia é de água doce, não tem coisa melhor para quem tem alergia a sal como eu (a cena 1 é a que abre o post).

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Cena 3: A vontade era de ficar descansando nessa sombra, mas queria chegar logo ao hotel e tirar a areia do tênis. A brisa é fresca, mas o sol não perdoa.

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Cheguei ao hotel do Farol, coloquei um chinelo e fui inocentemente a pé até a vila. Andei mais uns 5 km, quase não acreditei no percurso deserto e cheio de paisagens inesperadas, como essa casa na árvore.

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Praias mais desertas que a ilha.

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Aqui eu já tava quase tendo alucinações com o calor, daí achei uma barraquinha que vendia cerveja e tomei um litrão como se fosse água.

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Cheguei na vila depois de andar em zig-zag por mais de uma hora. Olha a vista do fim dessa rua.

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Fui direto para a Tapiocaria. As tapiocas do Mosqueiro são enroladas como um charuto e muito macias. São tão famosas que para fazer sucesso na capital, basta botar o nome “Mosqueiro” na sua barraquinha de tapioca. Sucesso garantido.

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Comi uma tapioca recheada com ovo e queijo cuia (R$ 3,50) -- e estava muito gostosa, ainda mais acompanhada pelo cafezinho que tinha acabado de ser passado. Olha o capricho do crochê no copinho de plástico.

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Fiquei um tempinho me recuperando no quiosque da Rosilda, que recomendou seu mingau de banana. Um costume que não tenho: tomar mingau. Mas estamos falando de terruá Pará e pedi logo um misturado: mingau de banana e de tapioca.

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Pense numa coisinha reconfortante (apesar do calor) para se comer vendo o por do sol. É o mingau morninho (R$ 2,50) servido com açúcar e canela.

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Já recuperado dei um rápido passeio pela cidade. Fui ao Mercado Municipal (a 20 passos da Rosilda), entrei na igreja (a 30 passos da Rosilda) e sentei no banco da praça (atrás da Rosilda).

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As cores do céu da ilha do Mosqueiro são espetaculares, nem precisam de Photoshop, rs.

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Daí voltando para o hotel (agora de táxi), vi uma cena que me fez entender porque chamam Mosqueiro de Ilha do Amor. Porque existe amor em Mosqueiro, uai; só eu que não tô pegando nem encosto. Fuén!

FONTE:

http://ptdemosqueiro.blogspot.com.br/2013/01/o-blog-pt-de-mosqueiro-homenageia-belem.html

MOSQUEIRANDO: Conheça vários comentários interessantes sobre a matéria assinada por Marcelo Katsuki, visitando o Blog PT de Mosqueiro. Acesse o link acima.