terça-feira, 12 de dezembro de 2017

EVENTO RELIGIOSO: MOMENTO DA TRASLADAÇÃO DA IMAGEM DE NOSSA SENHORA DO Ó 2017

EVENTO CULTURAL: LANÇAMENTO DO LIVRO "SETE CARTAS DE TER-E-SER"

O escritor Paulo Uchôa, integrante do grupo mosqueirense intitulado Escritores da Praia, lançou, em novembro passado, mais um livro de sua autoria: SETE CARTAS DE TER-E-SER.
“O forte regionalismo amazônico impregna “SETE CARTAS DE TER-E-SER”, com uma sensível visão holística que o autor compartilha com você leitor: “Nós temos que nos ‘Raoni’, senão a gente se ‘Sting’ “ e que seja breve. Com foco no seu objetivo, o autor usa-se de sofisticado sarcasmo, para bradar o seu Kararaô, em sete simbólicos dias da semana do alto de seu chalé, na ilha do Mosqueiro, aos arredores de Belém do Grão-Pará, em sua jornada “quixoteana” para evitar a morte de Thaumazein, olhando pelas lentes panópticas de seu telescópio JWST.”
                                                                                   
                                                 Dr. Evandro Prestes Guerreiro

O autor Paulo Uchôa: 

Sob o cinza de 1964, nasceu Paulo Uchôa em Belém do Pará. O autor participou de inúmeros festivais, em que reconhecidamente ganhou notoriedade como compositor.
Escreveu e editou o livro “Introdução à História do Material de Construção em Belém” – pela Editora CEJUP, para o SINDMACO – Sindicato de Lojistas do Material de Construção.
Possui poemas e contos na coletânea “Antologia da Praia” editado pelo grupo de poetas da Ilha de Mosqueiro. Também é um dos cronistas do livro “Luzes da Floresta”, editado na gestão do então Prefeito de Belém Edmilson Rodrigues.
Autor dentre outros artigos científicos de “A Práxis como categoria filosófica da Educação” da Revista Talares editada pela Pós-Graduação da Faculdade ESMAC.
Assistente Social por profissão, Paulo Uchôa foi professor do Departamento de Políticas e Trabalhos Sociais da UFPA por 14 anos, de onde saiu para fundar o Instituto Práxis do qual é consultor.


sábado, 9 de dezembro de 2017

EVENTO RELIGIOSO: CÍRIO DA ILHA DO MOSQUEIRO

Domingo, dia 10, acontecerá o Círio de Nossa Senhora do Ó. A procissão, que teve início na década de 1920, é a manifestação de fé na Padroeira dos Mosqueirenses, uma devoção que nos remete aos primeiros tempos de ocupação da Ilha e que foi oficializada há 149 anos, com a criação da Freguesia do Mosqueiro e da Paróquia de Nossa Senhora do Ó. 
VENHA, PARTICIPE DESSE MOMENTO DE FÉ E APROVEITE AS BELEZAS DA ILHA !

NA ROTA DO TURISMO: MOSQUEIRANDO EM SOURE

quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

MEIO AMBIENTE: O RIO

Autor: Claudionor Wanzeller

Sou rio,
Mas não rio
De dinheiro,
De lágrimas.
Rio – isso sim! –
Da insensatez humana.

Sou sério, mas não me levam a sério.
Sou tua estrada que caminha.
Tenho vida e sou a tua vida.
Nasço como tu nasces,
Cresço como tu cresces
E busco a amplidão como tu buscas,
Mas posso morrer como tu morres.

Se durmo tranquilo em meu leito,
Posso sonhar em ser mar.
Mas, embriagado pelas águas ardentes das enchentes,
Posso sonhar os pesadelos que tu vives.
E, nesses longos e inesperados pesadelos,
Posso levantar-me trôpego, desnudo e sonolento
Do meu leito
E rolar, às vezes em formidável fúria,
Pelo chão de várzeas do meu quarto.

Afinal, estou no meu íntimo espaço!
Aqui posso ser livre – pelo menos aqui –
Já que me prendes muitas vezes em tuas barragens
me escravizas para mover tuas usinas
me sujas com teu lixo e teus dejetos imundos.

Feito à semelhança de Deus tu foste,
Mas deus não és!
Tudo queres, mas nem tudo podes.
Se quiseres conviver comigo,
Acostuma-te com meu ronco perturbador
E com meu arranco assustador
Ou muda-te para terras altas.

Sou rio
E sorrio.
Continuarei a ser rio
E a rir da tua natureza humana
Que não quer ser Natureza.

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Praia do Marahu: o rio reclama o seu espaço (WANZELLER - 2011)

terça-feira, 5 de dezembro de 2017

MEIO AMBIENTE: O RIO-MAR RECLAMA SEU ESPAÇO!

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Há exatamente dois meses começou a construção do muro de arrimo para conter a erosão na praia do Marahu, na ilha do Mosqueiro, em Belém do Pará. Na época, a construtora Impax, responsável pela obra, informou que o muro foi calculado para segurar a força da maré, que na fundação seriam implantadas 200 estacas a uma profundidade de dez metros cada e construídos blocos de concreto sobre os quais seria erguido o muro com três metros de altura, com sua maior parte enterrada para suportar a força das águas. Foi evidenciado, ainda, que a obra contava com a experiência e a qualidade da empresa que fez fundação do viaduto da Av. Independência com estacas-raiz.
Pois bem. Hoje, o procurador de justiça Cláudio de Melo, do Ministério Público estadual, fez estas fotos do muro, já com partes desabadas, e anunciou que tomará providências. 

Para a obra, foram liberados R$23 milhões através do Ministério da Integração. A prefeitura de Belém enviou um plano de trabalho para a Defesa Civil Nacional, detalhando como executaria a recuperação da orla, a documentação foi analisada e aprovada pelo governo federal. Cabe, agora, tripla explicação. 

FONTE: https://uruatapera.blogspot.com.br/2017/12/muro-de-arrimo-do-marahu-caiu.html?m=1

MOSQUEIRANDO:  Que muro de arrimo? Arrimo de quê? Infelizmente, esse projeto já começou errado, pois é uma agressão ao meio ambiente. O Ministério Público deveria suspender essa obra, porque, além de ser um desperdício do dinheiro público, vai acabar definitivamente com uma das mais belas praias da Ilha.
Construir um muro de arrimo dentro da praia do Marahu, no ponto de arrebentação das fortes ondas que batem de frente é, no mínimo, falta de conhecimento do local onde é feita a obra. Este insucesso e desperdício de dinheiro já eram esperados. É melhor repensar o projeto, pois maré de sizígia ali, assim como no Paraíso, não é fácil. Por outro lado, muro de arrimo não é quebra-mar e deveria ser construído além da área de várzea, que é espaço de vazão nas grandes enchentes. É bom lembrar que a estrada que ali existia foi construída dentro da praia e o rio-mar vai sempre reclamar o seu espaço. Errar é humano, permanecer no erro é burrice!

domingo, 3 de dezembro de 2017

EVENTO NATALINO: INAUGURAÇÃO DO AREIÃO ENCANTADO 2017


Autor: José Carlos de Oliveira

Areião Encantado volta a Brilhar em Mosqueiro 
Trabalho comunitário e criativo alegra e encanta as noites na orla da praia do Areião na Ilha. Luzes coloridas, instaladas em decorações trabalhadas com material reciclável,iluminam a orla da praia do Areião, dando mais brilho ao Natal de Mosqueiro. Estive por lá e participei desse grande momento.
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FONTE:https://web.facebook.com/jcsoliveira.carlos?hc_ref=ARRIVccGAfFfYswmeHEskwaOc2MRd0HG3Wh_I0eDPuG8YZK3tLOnB4ncWcv8jLCW-1E

quarta-feira, 8 de novembro de 2017

MEIO AMBIENTE: Degradação Ambiental: A Percepção dos Moradores da Bacia do Rio Cajueiro, Mosqueiro, Belém, PA, Brasil.

Autor: Pedro Leão


ENVIRONMENTAL DETERIORATION: PERCEPTION OF CAJUEIRO WATERSHED RIVER BASIN, MOSQUEIRO, BELÉM, PA, BRAZIL
PEDRO DA SILVA LEÃO

Gestor Ambiental (UNOPAR) e Especialista em Planejamento e Manejo Integrado em Recursos Hídricos - Instituto de Geociências (UFPA).
Pedrosleao@yahoo.com.br


Resumo


O processo de degradação ambiental a partir da expansão urbana vem ampliando os problemas socioambientais no entorno das bacias hidrográficas. Por meio da percepção ambiental são estabelecidas interrelações entre os indivíduos e o meio ambiente que afetam direta e indiretamente quantidade e qualidade da água e a população humana. A partir da percepção ambiental dos moradores, a pesquisa levantou o estado atual de degradação do Rio Cajueiro, Ilha de Mosqueiro, Distrito de Belém, PA, Brasil., suas relações e impactos na qualidade de vida dos moradores de seu entorno. Metodologicamente a pesquisa é exploratória e descritiva com uma abordagem qualiquantitativa no que se refere ao tipo de análise e tratamento dos dados. Foram selecionadas duas áreas da bacia do Rio Cajueiro, denominadas de área A1(Cajueiro) e área A2 (Bairro Novo), ambas localizadas na margem direita do corpo hídrico para aplicação de questionário estruturado, composto de 30 questões, junto a 60 moradores das áreas definidas. Além do perfil identitário dos moradores, a pesquisa verificou o grau de preocupação com os problemas ambientais que afetam a qualidade de vida no entorno da bacia, o estado de degradação do corpo hídrico, sobretudo através da poluição gerada por ações e conduta dos próprios moradores e outros atores, além da distribuição e avaliação dos serviços de saneamento básico no local estudado. A percepção dos moradores aferiu o baixíssimo nível de educação e conscientização ambiental na área, além de pouca participação associativa e política. Ao elevado nível de satisfação com o local de moradia, os moradores externaram uma avaliação negativa quanto às ações na área ambiental pelo governo local na bacia do Rio Cajueiro. Desse modo, o estudo mostra e avalia o agravamento da problemática ambiental no entorno da bacia hidrográfica, exigindo,"novos" comportamento, ações e efetivação de políticas públicas, tanto de moradores, como por parte do governo local no âmbito da governança participativa garantidoras de qualidade de vida no marco da sustentabilidade socioambiental da bacia hidrográfica do rio Cajueiro.



Palavras-chave: Degradação ambiental, percepção ambiental, educação ambiental, rio Cajueiro.

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Disponível em:http://www.slideshare.net/Pedrosleao/degradao-ambiental-a-percepo-dos-moradores-da-bacia-do-rio-cajueiro-mosqueiro-belm-pa-brasil-66534827

MEIO AMBIENTE: PESQUISADORES DO INPA IDENTIFICAM NOVA FAMÍLIA DE PEIXE MISTERIOSO NA AMAZÔNIA

Postado por Mosqueiro Ambiental:


Tarumania walkarae

O nome da espécie Tarumania walkerae é uma homenagem ao rio Tarumã-Mirim, em Manaus-AM, onde foi encontrado pela primeira vez o peixe pela pesquisadora do Inpa Ilse Walker
Uma nova família de peixes (Tarumaniidae) de água doce da Amazônia foi identificada por pesquisadores do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTIC). O animal, que há mais de 20 anos foi descoberto e intrigava os estudiosos, ficou conhecido na época como “mistery fish”, pois não se conseguia atribuir ao peixe um nome científico, já que o bicho não se encaixava em nenhuma das famílias conhecidas de peixes de água doce.
O estudo foi publicado recentemente no Zoological Journal of the Society. A pesquisa foi realizada pelos pesquisadores do Inpa, os ictiólogos Lucia Rapp Py-Daniel e Jansen Zuanon; pelo pesquisador do Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo (USP), Mario de Pinna; e pelo pesquisador da Organização Internacional de Conservação Ambiental The Nature Conservancy (EUA), Paulo Petry (ex-pesquisador do Inpa).
Na pesquisa foi estabelecido um novo nome de gênero, Tarumania, espécie, Tarumania walkarae, e uma nova família, Tarumaniidae, conforme as normas de nomenclaturas de nomes científicos zoológicos. Tarumania walkerae é o nome dado a espécie em homenagem a pesquisadora do Inpa, a doutora Ilse Walker, pela sua contribuição na investigação da estrutura populacional e trófica da fauna aquática em rios da Bacia do Rio Negro e por ter coletado, em 1997, o primeiro espécime conhecido.
Tarumania walkarae é um pequeno peixe, predador que se alimenta de pequenos camarões e peixes menores, de hábitos fossoriais, que habita áreas de folhiço e é encontrado enterrado em poças isoladas durante a vazante do rio Negro. Durante a seca, quando as poças já não existem, o peixe desaparece.

Características

A pesquisa revela que este peixe exibe um conjunto extraordinário de características únicas, que o separa de todos os outros peixes ósseos conhecidos. É um peixe de corpo alongado e coloração escura (marrom) uniforme. Ele alcança até 15 cm de comprimento e precisa de ar para viver, possuindo uma bexiga natatória com 11 câmaras (o normal na maioria dos peixes são duas câmaras), mais de 240 escamas muito pequenas no corpo e escamas reversas na cabeça.
O peixe apresenta ainda uma série de características ósseas muito distintas, como crânio parcialmente exposto, mobilidade vertical da cabeça e modificações nas nadadeiras e mandíbulas. Tarumania apresenta caracteres pedomórficos (características larvais em exemplares juvenis), tipo presença de notocorda e nadadeiras lobulares em exemplares de até 5 cm. “É um dos raros casos de peixe com escamas com hábitos fossoriais, se enterrando em vez de ficar na coluna d’agua”, conta Lúcia Rapp.
Apesar de tão distinto, análises mais detalhadas revelaram ainda que Tarumania faz parte da superfamília Erythrinoidea e tem como grupo evolutivo mais proximo, a família Erythrinidae (jejus e traíras).
Para os autores do artigo, o fato de um peixe relativamente grande e extremamente diferenciado como o Tarumania permanecer desconhecido até agora, após muitas décadas de estudos da ictiofauna do rio Negro, é um “testemunho do estado ainda incompleto do conhecimento da biodiversidade nas águas amazônicas”.
De acordo com o pesquisador Jansen Zuanon, descrever novas espéceis na Amazônia é muito comum, mas descrever uma família toda nova é bem raro. “Isso acontece uma vez a cada muitas décadas, às vezes a cada século”, conta.
Para Zuanon, o mais importante nesse caso, nem é tanto o fato de ser uma nova família, mas por ser tão diferente dos outros peixes aparentados com ele que mostra que o caminho da evolução desse grupo é muito mais amplo do que se imaginava.
Segundo o pesquisador, o peixe faz parte do grupo dos Characiformes, que é o grupo da maior parte dos peixes de escamas da Amazônia como o matrinxã, o tambaqui e o jaraqui, só que tem um formato completamente diferente desses peixes, tanto por fora quanto por dentro.
“Isso mostra que os Characiformes evoluíram de maneira brutal com uma diversidade de adaptações para o ambiente que ainda não conhecemos direito”, diz Zuanon, acrescentando que o que mais chama atenção nesse peixe é o formato do corpo por dentro (anatomia) e por fora (morfologia). “Eles são completamente aberrantes dentro desse grupo de Characiformes e por isso mesmo tivemos que descrever uma família nova para acomodar essa espécie”.


História

A pesquisadora Lucia Rapp explica que o primeiro registro desse peixe foi realizado no Tarumã-mirim, em 1997, pela pesquisadora Ilse Walker. “Tratava-se de um indivíduo jovem, muito pequeno e diferente, que os pesquisadores não conseguiram identificar o animal, na época”, diz. Segundo Rapp, anos depois, o cientista Jansen Zuanon conseguiu coletar, durante um trabalho de campo, em Anavilhanas, próximo ao município de Novo Airão, mais exemplares.
Isso chamou a atenção dos pesquisadores que resolveram voltar ao mesmo local onde foi realizada a primeira coleta de Walker, no Tarumã-mirim. Os pesquisadores Lucia Rapp, Jansen Zuanon e Mario de Pinna acharam o peixe em poças alagadas no meio da mata. Na ocasião foram coletados cerca de 40 animais.
O que mais chama atenção dos estudiosos é o fato de um animal como este nunca tenha sido encontrado. Segundo a pesquisadora, o Inpa tem uma Coleção de Peixes que abriga milhares de espécimes e esse animal nunca foi coletado em lugar nenhum. “Então, isso chamou a atenção para a possível diversidade crítica, escondida, que ainda existe na Amazônia, e num só tributário do rio Negro, no Tarumã-mirim”, explica a pesquisadora ao acrescentar que pode ser que tenha outras situações como essa na Amazônia e que ainda são desconhecidas.
“Depois de tantos anos de coleta aparece um bicho tão diferente e não tínhamos ideia que existia. Isso já deixou a gente de ‘orelha em pé’. O que será ainda que podemos encontrar por aí?”, conta empolgada a pesquisadora. “Esse bicho é tão espetacular, tão diferente. É um peixe fossorial que fica enterrado no solo quando seca e deve entrar no lençol freático de alguma maneira para procurar água. É muito interessante e vale a pena estudar um peixe com comportamento tão distinto”, revela.
Os próximos passos nas pesquisas com Tarumania envolverão estudos para entender as relações evolutivas deste peixe com os demais, conhecer melhor o seu comportamento e quem sabe ver se ele ocorre em outras drenagens. “Tarumania ainda pode proporcionar um grande número de novidades para os estudiosos em biologia dos peixes amazônicos”, conta Rapp.


Curiosidades

O peixe apresenta vários diferenciais. Tudo que ele tem, em certas estruturas, é em grande número, a exemplo da grande quantidade de escamas. Seegundo Lucia Rapp, os peixes amazônicos chegam a ter de 110 a 120 escamas e Tarumania walkarae possui mais de 240. O bicho tem uma “coisa esquista” na cabeça, onde parte do crânio é exposto e não é coberta por pele. Apresenta característica de larva de um tamanho grande. Tem uma bexiga natatória com 11 câmaras, ao invés de duas câmaras como na maioria dos peixes
A bexiga natatória é um órgão que fica dentro da barriga dos peixes e que serve para flutuação ou que pode ser modificada para respiração. No pirarucu, na piramboia e outros peixes, a bexiga natatória é modificada para o pulmão. Na maioria dos peixes, serve como órgão hidroestático, o que permite ao peixe controlar sua flutuabilidade em diferentes profundidades.
“Nesse bicho, como há 11 câmaras, não sabemos direito qual a função dessa bexiga com tantas câmaras. Mas como ele tem necessidade de vir à superfície pegar ar, pode ser que isto esteja relacionado”, explica Rapp, “conhecemos muito pouco da biologia desse peixe. Só vimos que morfologicamente ele é muito diferente. É um bicho espetacular, inclusive as estruturas internas ósseas dele também são diferentes”, diz empolgada a pesquisadora.
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19 de outubro de 2017
Fonte:
http://amazonia.org.br/2017/10/pesquisadores-do-inpa-identificam-nova-familia-de-peixe-misterioso-encontrado-ha-20-anos/
Inpa

FONTE: http://mosqueiroambiental.blogspot.com.br/2017/10/pesquisadores-do-inpa-identificam-nova.html

quinta-feira, 26 de outubro de 2017

CURTA NA AMAZÔNIA: CIDADES PERDIDAS DA AMAZÔNIA



MEGA DOCUMENTÁRIOS


A primeira expedição de Fawcett na América do Sul ocorreu em 1906 quando ele viajou ao Brasil para mapear a amazônia em um trabalho organizado pela Royal Geographical Society. Ele atravessou a selva, chegando em La Paz, na Bolívia em junho desse mesmo ano.
Fawcett realizou sete expedições entre 1906 e 1924. Ele tinha a habilidade de conquistar os povos que habitavam os locais explorados dando-lhes presentes. Ele retornou a Inglaterra para servir ao exército britânico durante a Primeira Guerra Mundial, mas logo após o fim da guerra retornou ao Brasil para estudar a fauna e arqueologia local.
Em 1925 convidou seu filho mais velho, Jack Fawcett, para acompanhá-lo em uma missão em busca de uma cidade perdida, a qual ele tinha chamado de "Z". Após tomar conhecimentos de lendas antigas e estudar registros históricos, Fawcett estava convencido que essa cidade realmente existia e se situava em algum lugar do estado do Mato Grosso, mais precisamente na Serra do Roncador. Curiosamente antes de partir ele deixou uma nota dizendo que, caso não retornasse, nenhuma expedição deveria ser organizada para resgatá-lo.O seu último registro se deu em 29 de maio de 1925, quando Fawcett telegrafou uma mensagem a sua esposa dizendo que estava prestes a entrar em um território inexplorado acompanhado somente de seu filho e um amigo de Jack, chamado Raleigh Rimmell. Eles então partiram para atravessar a região do Alto Xingu, e nunca mais voltaram

terça-feira, 3 de outubro de 2017

JANELAS DO TEMPO: PRIMEIRO BANCO COMUNITÁRIO DO NORTE DO BRASIL






Publicado em 22 de abr de 2014



O primeiro Banco Comunitário do Norte, o Tupinambá, transformou a vida dos moradores do bairro da Baía do Sol, em Mosqueiro - Belém.

Afastados do centro da ilha e da capital Paraense, muita gente se deslocava para comprar produtos ou pagar contas. Com o Banco, o comércio local desenvolveu e as pessoas deixaram de gastar com deslocamentos. A circulação de dinheiro funciona com base nos princípios da economia solidária, por meio de uma moeda própria: o Moqueio.
Reportagem: Claudia Saldanha
Imagens: Osmar Júnior

Reportagem exibida no dia 16.04.2014 no Jornal Cultura.
Realização: Tv Cultura do Pará - Funtelp

sábado, 30 de setembro de 2017

EVENTO RELIGIOSO: VIRGEM DE NAZARÉ VISITA A ILHA




Na quinta-feira, dia 28, a Imagem Peregrina de Nossa Senhora de Nazaré visitou a comunidade cristã da Ilha do Mosqueiro e o povo católico, numa demonstração de fé, compareceu à Praça Cipriano Santos, para saudar a Padroeira dos Paraenses.



  
  









EVENTO RELIGIOSO: IMAGEM DA VIRGEM DE NAZARÉ NA ILHA DE MOSQUEIRO 2017

MEIO AMBIENTE: A IMPORTÂNCIA DA AMAZÔNIA NO CICLO DAS ÁGUAS

Postado por Pedro Leão


Foto do rio Pastaza, um rio da amazônia peruana - Reprodução/Shutterstock

A Amazônia tem papel fundamental no ciclo da água e na formação de nuvens modificando o clima a nível global

Na escola as pessoas aprendem sobre o ciclo da água. Este ciclo infinito onde a água evapora, se condensa na forma de nuvens, desce no continente em forma de chuva e retorna aos mares e rios para manter esse ciclo contínuo. Entretanto pesquisadores têm apresentado cada vez mais evidências de que a transpiração da floresta, em especial da Amazônia, tem um grande impacto nesse ciclo e em todo o ecossistema do planeta. 
Publicado em 2014, o cientista Antonio Nobre, fez um relatório chamado “O Futuro Climático da Amazônia”. O relatório mostra como a floresta amazônica influencia a temperatura e o clima do planeta, e como sua transpiração tem especial importância nessas mudanças globais. 
De acordo com o relatório boa parte da água que formam as nuvens vem da captação realizada pelas raízes das plantas. Essas raízes sugam a água, que atravessa o caule até as folhas mais alta, onde acontece a fotossíntese e a transpiração das árvores. Uma árvore grande pode bombear do solo e transpirar mais de mil litros de água num único dia.
Segundo o artigo de António Nobre, “Assim, as árvores funcionam como estações elevatórias, alçando e lançando as águas nas altitudes da atmosfera, águas que mais adiante retornarão ao solo como chuva, transferindo parte da energia solar embutida no vapor à energia potencial da água que enche os reservatórios das hidrelétricas”. 
Outro artigo publicado na revista científica Nature, publicado em 2013, chamado “Fluxos terrestres de água dominados pela transpiração”, demonstram que 90% de toda a água que chega à atmosfera oriunda dos continentes chegou lá através da transpiração das plantas, e somente pouco mais de 10% como simples evaporação sem mediação das plantas. A Amazônia sustenta centenas de bilhões de árvores em suas florestas. Desta maneira, mais de 20 bilhões de toneladas de água por dia são transpiradas por todas as árvores na bacia amazônica. 
Durante milhões de anos, e inúmeros evento catastróficos que aconteceram no planeta terra, a floresta Amazônica ainda se mantém em pé. Os cientistas acreditam que a própria natureza consegue modificar o clima e torná-lo menos desconfortável, mesmo em face de mudanças climáticas extremas. 
O artigo afirma que a transpiração da floresta regula a quantidade de chuvas no planeta. Essa regulação realizada pelas plantas define o ritmo dos ventos alísios do oceano Atlântico, arrastando em casos de extrema seca a necessária umidade para o aumento de chuvas no interior do continente. 

Criação das chuvas 

Diferente do que a maioria das pessoas acredita, a umidade por si só não forma as nuvens. É necessário minúsculas partículas de poeira que formariam uma espécie de semente para as nuvens de chuvas. Um grupo liderado pelo cientista Meinrat Andreae, do Instituto Max Planck, que estuda a química dos gases na atmosfera, investigou os chamados de compostos orgânicos voláteis biogênicos (BOVC), que são uma espécie de aroma exalado pelas plantas. 
Meinrat descobriu que os BVOCs, quando entram em contato com uma atmosfera úmida e na presença da radiação solar formam uma poeira fina com extrema afinidade a água. Essa poeira seria as sementes que a própria floresta forma para a produção de chuva. As regiões centro-oeste, sudeste e sul do Brasil estão no que os cientistas chamam de quadrilátero afortunado, ao redor dos trópicos de Câncer e Capricórnio, onde grandes desertos como o Saara e o deserto da Austrália estão situados. 
Segundo os pesquisadores, mesmo o Brasil estando sobre essa área de incidência do quadrilátero, as chuvas produzidas na Amazônia transformaram o que seria uma grande área áridas em planícies, pântanos, pampas férteis e verdes. Desta maneira, todo o Brasil e a América do Sul sofre enorme impacto positivo pela água produzida pela transpiração das plantas amazônicas.
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Isaac Guerreiro 





Fonte: http://portalamazonia.com/noticias/a-importancia-da-amazonia-no-ciclo-das-aguas
FONTE: http://mosqueiroambiental.blogspot.com.br/2017/03/a-importancia-da-amazonia-no-ciclo-das.html
em 22.03.2017 10:49

Atualizado em 22.03.2017 11:08
Fonte: http://portalamazonia.com/noticias/a-importancia-da-amazonia-no-ciclo-das-aguas

quarta-feira, 27 de setembro de 2017

CURTA NA AMAZÔNIA: CABORÉ



Caboré é um filme realizado por jovens da cidade de Tefé, que retrata a lenda da castanha, fruta tipica do Amazonas. De forma simples foi possivel contar a historia de "Caboré", que ao tentar desafiar o espirito maligno Juruparí, deu origem a "Lenda da Castanha"

CANTANDO A ILHA: MARI-MARI

Autor: Prof. Alcir Rodrigues

O sol não nasce rasgando
o céu sobre o Mari-Mari.
Lá, o sol nasce e emerge
do solo do rio,
esquentando as águas
e pintando todo um arco-íris
aquático, que vai refletir
no líquido espelho celestial.

Nascendo das águas doces
do Mari-Mari, o astro
mais pop do mundo
emerge ante os olhos

-- Uma pororoca de luz! --

e seu silencioso mas eloquente brilho
alimenta camarões, peixes, aves...

O ser humano? Quase
não importa ali, quase
um elemento de intrusão,
move-se como se um patético
alienígena, principalmente
no agir de preda-dor...

Fonte; Antologia da Praia, Pág. 13.



segunda-feira, 11 de setembro de 2017

EVENTO CÍVICO: COMEMORAÇÃO DA SEMANA DA PÁTRIA

Embora o país esteja vivendo uma grave crise sócio-política e econômica pela irresponsabilidade de uns, desonestidade de outros e conivência de muitos, ainda existe o sentir patriótico suficiente para comemorar a data da Independência do Brasil, se bem que a independência se conquista no dia a dia, na luta constante pelo engrandecimento da Nação e pela manutenção dos direitos democráticos do Povo Trabalhador, pois a Pátria é o Povo, a Família Brasileira.