segunda-feira, 11 de setembro de 2017

EVENTO CÍVICO: COMEMORAÇÃO DA SEMANA DA PÁTRIA

Embora o país esteja vivendo uma grave crise sócio-política e econômica pela irresponsabilidade de uns, desonestidade de outros e conivência de muitos, ainda existe o sentir patriótico suficiente para comemorar a data da Independência do Brasil, se bem que a independência se conquista no dia a dia, na luta constante pelo engrandecimento da Nação e pela manutenção dos direitos democráticos do Povo Trabalhador, pois a Pátria é o Povo, a Família Brasileira.






















EVENTO CÍVICO: DESFILE DE 7 DE SETEMBRO

terça-feira, 5 de setembro de 2017

MEIO AMBIENTE: USINAS PROPÕEM INUNDAR 1.085 KM² DA AMAZÔNIA

Postado por Mosqueiro Ambiental


Um trio de novas hidrelétricas que poderão ser erguidas na Amazônia prevê a inundação de uma área equivalente à da cidade do Rio de Janeiro, em uma das áreas ambientais mais sensíveis de toda a região, entre a fronteira dos Estados do Mato Grosso, Rondônia e Amazonas.
Na última semana, conforme apurou o Estado, a empresa paranaense de engenharia Intertechne Consultores, que assina projetos de grandes hidrelétricas erguidas na Amazônia – como Belo Monte, Santo Antônio e Teles Pires –, registrou pedido de autorização na Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para estudar a viabilidade de três usinas. As hidrelétricas seriam erguidas em meio a uma série de unidades de conservação ambiental e terras indígenas, nos rios Aripuanã e Roosevelt.
O que chama a atenção nos três projetos são as imensas áreas de vegetação que teriam de ficar debaixo d’água por conta da construção das barragens, tudo para gerar um volume relativamente baixo de energia.
A usina de Sumaúma, segundo os estudos, teria capacidade de gerar 458 megawatts (MW) de energia. Para isso, no entanto, inundaria 420 quilômetros quadrados de mata. A hidrelétrica de Quebra Remo entregaria mais 267 MW, desde que 233 km² de floresta fiquem submersos. A terceira usina, a de Inferninho, prevista para o lendário Rio Roosevelt, onde vivem os índios cinta-larga, poderia produzir 310 MW de energia, mas deixaria 432 km² de vegetação cobertos por um lago artificial.
Passada a régua, as três usinas adicionariam 1.035 MW de energia ao País, com o custo de inundar 1.085 km² da Amazônia, quase a dimensão de toda a capital fluminense, com seus 1.250 km². Para se ter uma ideia do que isso representa, a hidrelétrica de Belo Monte, com capacidade de 11.233 MW previstos para serem retirados do Rio Xingu, possui um reservatório de 478 km². Como previsto no projeto de Sumaúma, a hidrelétrica de Santo Antônio inundou 420 km², na região de Porto Velho (RO), no Rio Madeira, mas para gerar 3.568 MW de energia, ou seja, oito vezes o que se promete conseguir com a nova usina.


Crítica:
Criticadas por organizações socioambientais, os projetos hidrelétricos já foram analisados pela empresa espanhola Endesa e a estatal Eletronorte, da Eletrobrás. Chegaram inclusive a serem incluídos como planos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), mas foram deixados de lado por conta da complexidade em que estão metidos. Já se sabe que há diversas unidades de conservação ambiental que seriam diretamente atingidas pelos lagos. Além de diversas terras indígenas demarcadas no entorno da região.

O presidente da Intertechne, Antonio Fernando Krempel, admite as dificuldades de avançar com os empreendimentos como estão, mas diz que “é possível fazer uma abordagem diferente, reduzindo impactos”.
Krempel não detalhou quais seriam os novos impactos, mas garantiu que já é possível dizer que os projetos têm condições de saírem do papel. “Nossa intenção é realizar novos estudos e aprofundar. O que pretendemos fazer é uma abordagem diferente em relação ao que havia nos estudos de inventário”, disse. “Fizemos algumas simulações, ainda teremos que fazer alguns levantamentos topográficos, mas sabemos que há alternativas viáveis.”
A empresa está disposta a gastar cerca de R$ 20 milhões em cada estudo técnico. O prazo para que os levantamentos fiquem prontos é de um ano e meio, em média. Apesar de ter atuado até hoje como uma empresa de engenharia contratada por terceiros para realizar projetos de usina, a intenção da companhia paranaense é entrar nas novas usinas como investidora, em sociedade com companhias do setor elétrico.

Por: André Borges
Fonte: O Estado de São Paulo
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FONTES:
http://amazonia.org.br/2017/08/usinas-propoem-inundar-1-085-km2-da-amazonia/
http://mosqueiroambiental.blogspot.com.br/2017/08/usinas-propoem-inundar-1085-km2-da_9.html

CANTANDO A ILHA: TU E A ILHA

Autor: Prof. Ronaldo Andrade


Praias de rio e sol,
A vida passando no arrebol.
O paraíso embeleza a ilha
Como sorriso de filha.


Sinto o vento
Que bate com o intento
De embaraçar teus cabelos,
E tu a refazê-los

És madona nesse lugar
Onde tudo premedita amor
E te fazes mais bela
Quando a noite te interpela.

E no luar que reflete
Nas águas e se repete
Em teus olhos que alegram
Aqueles que te veneram.

Nesse ambiente ilhéu,
Habito, sou tabaréu
Feliz por lá viver
E a rejuvenescer

Minha amada, minha ilha
Ilha amada, amada maravilha.


O autor: 

Ronaldo Andrade, reside na Ilha de Mosqueiro, Distrito de Belém-PA. Professor de Literatura e Língua Portuguesa, é músico, compositor e poeta. Participa da Antologia Poesia do Brasil, Congresso Brasileiro de Poesia em Bento Gonçalves-RS desde 2014. Tem parcerias musicais com o também poeta Renato Gusmão que culminaram em um show chamado Rima de Encontro comemorando dez anos de convivência musical.
A Literatura é seu outro instrumento, além do violão para expressar a arte. É o mentor do Projeto Oásis Poético Na Escola cujo objetivo é organizar produções poéticas de seus alunos em antologias anuais. Publicou o livro “Ame o Poema de Todas as Formas” utilizado didaticamente na comunidade escolar.

segunda-feira, 24 de julho de 2017

A IMAGEM E O TEMPO: "FAROFAFÁ" NA ILHA COM FILÉ, O REPÓRTER QUE DA PÉ




É verão amazônico e hora de aprontar a sacola para ir às praias.
Há 26 anos, o velho e grande rádio gravador carregado no ombro na altura do ouvido era eletro indispensável para quem queria " abafar" com as gatinhas... Isso sem falar na comida.
O dinheiro curto induzia a uma saída caseira de preparar tudo, arrumar no "isopor" e fazer a festa. O farofeiro virou algo pejorativo, sem nunca deixar de ser cultural. Símbolo de Outeiro, Mosqueiro, Marudá, Salinas.
Lá pelo início dos anos 90 do século passado, no programa "Outros" da TV Cultura, um repórter irreverente resolveu registrar esta memória inconsciente para a eternidade.
Mário Filé e seu " repórter que dá pé" nos enviam, na inesquecível reportagem, para aquele verão, antecipando um estilo que explodiria na década. 
No programa encontrado no YouTube, as aventuras de Filé na praia. Em meio à farofa, música nas alturas e tipos para todos os gostos, o registro é uma chance rara de rever uma cidade que ficou na memória.
FONTE: BELÉM ANTIGA
https://web.facebook.com/belemdopassado/?hc_ref=ARRx0lkyaDqEqKRBhMnqFRVW6DD9VXGQxPY9nuqOFClSu0OfPoiVjiU5SG98v7HnRWc&fref=nf

quarta-feira, 19 de julho de 2017

NA ROTA DA HISTÓRIA: UM PALÁCIO APENAS NO PROJETO


A desconhecida história de um palácio que o Murubira, em Mosqueiro, quase teve. Era o ano de 1913 quando a Associação Propagadora de Medicina Natural e Beneficente, anunciava que iria construir na aprazível praia do Murubira, um suntuoso edifício com quase 100 metros de frente, com uma altura de 33 metros e uma torre central.
O empreendimento teria também grande salões para cinemas, teatros, jogos de bilhar, biblioteca e restaurantes, um grande parque, com criação de peixes, áreas de esportes e um colégio misto.
Um palácio que ficou registrado na velha propaganda da revista. Sonhos de uma cidade que um dia sonhou se tornar Paris...

Fonte: Revista Fon Fon 6.9.1913
FONTE: 
https://web.facebook.com/belemdopassado/?hc_ref=ARQWSL173-fLM2G7e48ht3oPctLodkz4aF8L7rKKp0rjth-pGhUvZCobTLJvRZ5R4B8&fref=nf
Fonte: Revista Fon Fon 6.9.1913