quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

CARNAVAL NA ILHA: SAMBA-ENREDO 2013 DA UNIVERSIDADE DE SAMBA DO MOSQUEIRO

 

UNIVERSIDADE DE SAMBA DO MOSQUEIRO -- UNISAM 2013


Enredo:
Saudades do "Cisne Branco"
Autor: Pedro Paulo Campos
Harmonização: Haroldo Souza.
Gravação do Cavaco 1 e 2: Admir do Cavaco
Violão: Admir do Cavaco.
Interprete: Xaxá da Unisam

CARNAVAL NA ILHA: SAMBA-ENREDO 2013 DA UNIVERSIDADE DE SAMBA PIRATAS DA ILHA

 

domingo, 27 de janeiro de 2013

NA ROTA DA HISTÓRIA: REDESCOBRINDO A BAÍA DO SOL

 

Lançados no final de 2012, dois novos livros vêm contribuir para a redescoberta da história, do estilo de vida e da cultura da Baía do Sol, pesquisados e analisados sob a luz dos métodos científicos.

As obras representam um estudo de suma importância para o conhecimento da história do Mosqueiro, na medida em que focalizam, entre outros, dois pontos relevantes sobre a povoação mais antiga da Ilha: a colonização e o escravismo. Para fazer uma viagem ao passado e conhecer as origens daquela comunidade, leia estas produções:

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Os autores:

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“Maria Beatriz Pacheco Mendes, natural de Prainha-PA. Graduada em Sociologia, Especialista em Gestão Escolar e Estatística Educacional e Mestranda em Educação – Formação de Professores. Atua como Professora na Rede Estadual e Municipal de Ensino.”

“Francisco Antônio Almeida Pereira, nascido em Belém, formado em Ciências Sociais pela Universidade Federal do Pará, Pós-graduado em Estatística Educacional pela UFPa. Professor da Rede Municipal de Belém, tendo seu primeiro livro publicado em parceria com a professora Maria Beatriz P. Mendes, também socióloga.”

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

JANELAS DO TEMPO: AÇAÍ COM JABÁ

 

Produzido na Ilha do Mosqueiro, às proximidades do trapiche da Vila, o curta-metragem “Açaí com Jabá” (ano 2.000) é um filme interessantíssimo, pois retrata com muito humor um dos costumes locais, além de ser um excelente trabalho de direção cinematográfica, coroado pela primorosa participação do elenco.

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“Comédia baseada no costume do amazônida de tomar açaí. O enredo é um inusitado duelo entre um paraense e um turista para ver quem consegue tomar mais açaí acompanhado de jabá.

Filme paraense produzido no ano de 2000 com direção coletiva de Alan Rodrigues, Marcos Daibes e Walério Duarte, traz no elenco Ernesto Piccolo, Nilza Maria, Paulo Marrat.

O argumento do filme é baseado nesse costume do homem da Amazônia. O filme ganhou o Prêmio de Melhor Direção em Goiânia, Melhor Ator no Festival Guarnicê, Melhor Curta Metragem Paraense na Mostra de Curtas do Banco da Amazônia.

FONTE: http://www.historiadocinemabrasileiro.com.br/acai-com-jaba/

Assista ao filme e divirta-se:

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

JANELAS DO TEMPO: O ATOR MOSQUEIRENSE ALBERTO BASTOS

 

Um dos grandes nomes da cultura da Ilha é, indubitavelmente, o teatrólogo Alberto Bastos. O grande ator mosqueirense, já falecido, iniciou sua carreira no Teatro Paroquial do Mosqueiro ainda na década de 1940, tendo sido um dos primeiros a interpretar Jesus Cristo no Drama da Paixão.

Na Paróquia de Nossa Senhora do Ó, o saudoso Alberto Bastos encenou diversas peças, além de ser “intimorato defensor do meio ambiente e entusiástico animador de pastorinhas e de pássaros juninos”, como afirma o Pe. Cláudio Barradas.

No entanto, o talento artístico de Alberto Bastos não ficou restrito às inúmeras apresentações na Ilha, as quais sempre foram muito elogiadas e aplaudidas pelo povo. Ele se tornaria um dos grandes nomes do teatro paraense. Em 1954, já com experiência de diretor teatral, criou, ainda na Ilha, a companhia intitulada Teatro Experimental do Mosqueiro, grupo que reunia vários atores locais. Seguindo para Belém, o grupo ganharia a força de novos talentos da dramaturgia e receberia o reconhecimento da crítica e do público, por suas excelentes performances realizadas nos palcos da capital, principalmente no Teatro Waldemar Henrique.

Em 1984, Alberto Bastos criou o Baile dos Artistas, evento que começou como uma simples brincadeira, mas que se tornaria uma festa de homenagens e premiações entre os artistas belenenses.

Conhecido como o Bruxo da Praça da República, por ter vivido, de livre e espontânea vontade, seus últimos anos no coreto daquele logradouro público, o ator viria a falecer na Ilha, no ano 2000, vítima de um acidente vascular cerebral, deixando, até agora, uma lacuna impreenchível na arte cênica do Mosqueiro.

Além de ator e diretor teatral, Alberto Bastos fez algumas incursões pelo cinema paraense, como uma participação no filme “Um Dia Qualquer”, de Líbero Luxardo, ou a interpretação do velho barqueiro no curta “Ver-o-Peso” (1984), dirigido por Januário Guedes, Sônia Freitas e Peter Roland, produção a que você assistirá no vídeo abaixo.

 

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

NA ROTA DO TURISMO: VISITE A ILHA DE MOSQUEIRO

 

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Ilha amazônica da microrregião guajarina com uma área de 220.641 Km2, o equivalente a 22.064,12 Ha e localizada geograficamente entre as coordenadas 01º04’ a 01º14’ de Latitude Sul e 48º 19’ a 48º 29’ de Longitude Oeste de Greenwich e uma população em torno de 50,000 habitantes, Mosqueiro representa a porção norte do município de Belém e abrange cerca de 40% do território da capital.

Segundo a Lei Nº 8.655, de 30 de julho de 2008, que dispõem sobre o Plano Diretor do município de Belém, a ilha é parte da Macrozona do ambiente natural (MZAN) de Belém, através da Zona de Ambiente Natural 2 (ZAN 2), setores I, II e III (Lei Nº 8.655/98), assim caracterizados:

A ZAN 2 – Setor I situa-se na região nordeste e oeste da ilha de Mosqueiro compreende o Parque Ecológico da Ilha do Mosqueiro e está dividido pela rodovia PA-391 (Rodovia Augusto Meira Filho), caracteriza-se por possuir bacias hidrográficas e recursos naturais conservados, baixa densidade demográfica e presença de comunidades tradicionais.

A ZAN 2 – Setor II situa-se na parte centro-sul da ilha de Mosqueiro e está dividido pela rodovia PA-391, caracteriza-se por possuir assentamentos informais, ocupações irregulares e grandes áreas com remoção de cobertura vegetal.

A ZAN 2 – Setor III situa-se ao sul da ilha de Mosqueiro, abrangendo a ilha de São Pedro, está dividido pela rodovia PA-391 e caracteriza-se por expressiva área preservada, bacias hidrográficas, presença de comunidades tradicionais e o sítio histórico na ilha de São Pedro.

Área limite da Baia do Guajará, a Ilha de Mosqueiro tem temperaturas amenas: à tarde ficando em torno de 30º, e durante a madrugada baixa para 23º - 24ºC. Sem período de estiagem bem definida e uniformidade na distribuição das chuvas ao longo do ano têm-se, a ocorrência de diminuição nos índices pluviométricos a partir do mês de junho e crescimento do mesmo em meados de dezembro, caracterizando o período “chuvoso” na região.

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As ilhas de terras inundáveis de Belém apresentam solo típico de várzea, que são solos hidromórficos. Os solos de terra firme não inundável, encontrados em Mosqueiro, do ponto de vista agronômico, devido à acidez não devem ser utilizados, sendo mais indicados para serem mantidos como reservas florestais.

Em nível de ecossistemas vegetais, na Ilha de Mosqueiro encontram-se: Floresta de Várzea com presença de palmeiras; Floresta de Várzea com predominância de espécie de mangues; Floresta de Várzea de maré com espécie de mangue; Floresta Secundária Aluvial de Terra Firma; Floresta de Várzea de maré com predominância de muitas Liamas; Floresta de Terra Firme com cipó e Floresta de Terra Firme. Neste ambiente, duas áreas de proteção ambiental (APA’s), se configuram: O Parque Ambiental da Ilha de Mosqueiro e a Estação Ecológica do Furo das Marinhas.

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Mosqueiro possui 17 km de praias de areias com diferente estrutura granulométrica ou textura, muitas das quais ligadas ao ambiente que podemos caracterizar como praias urbanas, recebendo influência direta das marés de água doce, mas com variações de gradiente de salinidade, que acompanham as mudanças sazonais de pluviosidade.

Limitada a oeste pelo Rio Pará e pela Baia do Guajará, ao sul pela Baia de Santo Antônio, ao norte pela Baia do Sol e a leste pelo Furo das Marinhas que separa a ilha do continente a hidrografia da Ilha de Mosqueiro encontra-se inserida na Bacia Litorânea. Para efeito de descrição seu sistema de drenagem configura-se em nove zonas homólogas, correspondendo às seguintes sub-bacias: Cajueiro, Murubira, Pratiquara, Mari-Mari, Furo das Marinhas, Pirajussara, Barreiras, Santana e Sucurijuquara.    

Mosqueiro estabelece relações e influências ambientais diretas e indiretas com as águas do Rio Amazonas e de outros ambientes aquáticos aos quais mantém limite ou dos que recortam seu território, como os pequenos rios, igarapés, furos e alagados, de águas brancas (barrentas) ou pretas, de grande importância no deslocamento das populações locais e ambientes de desenvolvimento ictofaunístico explorados pela pesca artesanal, uma das principais atividades econômicas da ilha.

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A ilha de Mosqueiro, como espaço e ambiente amazônico, vem passando por inúmeras transformações de ordem econômicas, sociais e ambientais. Além do crescente crescimento no número de visitantes, a sua população também cresce aceleradamente, demandando ocupação e uso de seus recursos naturais, como o pesqueiro, de forma desregradas, sem fiscalização e ordenamento colocando em risco a qualidade de vida na ilha.

NO TURISMO NA ILHA DE MOSQUEIRO FAÇA UMA...

Viagem com baixo impacto

O turismo é um dos grandes segmentos econômicos do mundo, que gera empregos e faz o intercâmbio entre diferentes culturas e estilos de vida. Independente do local visitado, é importante que, em cada um deles, a responsabilidade e o bom senso andem de mãos dadas.

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Quando falamos em viagem sustentável, não significa apenas fazer um turismo ecológico e cheios de trilhas. É muito além disso. Trata-se de uma viagem que valoriza a cultura local e a natureza. Dessa forma, é possível desfrutar com consciência as melhores paisagens, peculiaridades locais e as belezas naturais.
Antes de saber como agir em cada uma dessas viagens, entenda a diferença entre turismo de aventura, ecoturismo e turismo sustentável:

Turismo de aventura

Nesta modalidade o viajante vai em busca de atividades de aventura, como experiências físicas e sensoriais recreativas que envolvem desafios e que podem proporcionar sensações diversas como liberdade, prazer e superação. Entre essas atividades estão a canoagem, o surf, o ciclismo, o arborismo, o mergulho, entre outros. Esse tipo de viagem pode ser chamado também de turismo de esporte.

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Ecoturismo

Esse tipo de turismo é realizado em áreas naturais como uma atividade que incentiva a conservação do patrimônio natural e  promove o bem-estar das populações locais e a consciência ambiental nos turistas. Por essa razão, o turismo ecológico faz a ligação entre o homem e o meio ambiente, com envolvimento do turista nas questões relacionadas à conservação dos recursos do destino escolhido, que deve ser aproveitado de forma responsável.

Turismo sustentável

Trata-se de um conceito que engloba todos os tipos de turismo. Segundo a Organização Mundial de Turismo e o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, os princípios do Turismo Sustentável “são aplicáveis e devem servir de premissa para todos os tipos de turismo em quaisquer destinos”. Dessa forma, a viagem sustentável leva em conta questões como a gestão dos recursos econômicos, sociais e estéticos, e mantém a diversidade biológica e particularidades culturais.

Como agir?

Pesquise sobre o lugar

A internet é uma excelente ferramenta para encontrar informações sobre o destino da viagem. Analise sobre os costumes, alimentação, pontos turísticos, acomodações e preços. Informações básicas como tarifas e regras de visitação podem ajudar você a economizar dinheiro e ganhar tempo. Dê preferência a agências que aderem a programas de responsabilidade socioambiental.

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Não seja gringo, seja local.

Valorize e respeite a cultura do lugar.

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Aproveite com equilíbrio

Uma viagem maravilhosa não é aquela que se faz tudo, mas sim que é aproveitada com intensidade. Coloque a qualidade na frente da quantidade.

Tome conta do seu lixo

Se fizer uma trilha, leve tudo que for produzido no trajeto. O mesmo vale para os passeios urbanos. Jogar lixo no chão é uma vergonha!

Conheça a culinária local

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Aproveite a viagem para experimentar novos sabores. A culinária diz muito da cultura de um povo. Conhecê-la também é uma forma de valorizar a região visitada, pois  o consumo de produtos locais é menos agressivo ao meio ambiente e movimenta a economia local.

Locomoção sustentável

Se o local que você está visitando oferece ciclovias, boas calçadas e te possibilita fazer tudo a pé, use e abuse desses recursos! Você fará exercício, evitará emissão de CO2  e ainda conhecerá coisas que de carro poderiam passar despercebidas. Sem contar a economia com combustível, pedágios, passagens, etc. Pense nisso!

Equipe GreenNation
http://www.greennation.com.br/pt/dica/240/Equipe-GreenNation/Viagem-com-baixo-impacto


Imagens:
http://katializ2008.blogspot.com.br/2012/09/cultura-e-tradicoes-valorizando.html
http://Mosqueirando.blogspot,com,br
http://www.diarioonline.com.br/noticia-211707-veranistas-lotam-praias-de-mosqueiro.html

FONTE:
http://mosqueiroambiental.blogspot.com.br/p/blog-page.html

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

NA ROTA DO TURISMO: UM ENCONTRO COM A ILHA

 

O ‘Blog PT de Mosqueiro', no dia 12 de janeiro de 2013, homenageou Belém pelo seu aniversário (397 anos), postando uma matéria da “Folha de São Paulo on line” publicada dia 07/11/2012, sobre a área mais bonita da capital paraense: a “Ilha de Mosqueiro”. “Parabéns, bela Belém! Parabéns! pois Mosqueiro é Belém, também!”

07/11/12 - 19h 45min

POR MARCELO KATSUKIFolha de São Paulo on line

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Descobri meu paraíso pessoal numa ilha fluvial a 70 km de Belém (PA): a Ilha do Mosqueiro. Quem me indicou o lugar foi a profa. Doralice Araujo, amiga paraense que mora em Curitiba e que em viagem recente ao local postou algumas fotos que me animaram.

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Você pode chegar à ilha de carro (se alugar um), de táxi (pagando 150 reais) ou de busão amarelo-tucupi, por módicos 7 reais (saindo da rodoviária). O trajeto dura pouco mais de uma hora e você aproveita para se integrar um pouco mais ao ‘tacacá way of life’.

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Apesar de lembrar um cenário de pós-luta do Kill Bill, o busão tem ar-condicionado, não lota e você ainda pode comprar o melhor biscoito de maisena com doce de cupuaçu do ambulante que entra no meio do caminho por R$ 1,50. Comprei só um, pensando em ajudar, e no fim me arrependi amargamente por não ter arrematado todo o lote. Biscoitinho divino-maravilhoso de bom!

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Desci no Chapéu Virado e fui caminhando até o hotel pela Beira-Mar, completamente vazia, uma tranquilidade. Acho que arrastei a mochila por uns 2 km sob um sol de rachar a cuca, mas nem liguei. Foi como caminhar por um cenário de um filme de suspense-tropical, numa ilha urbanizada, mas deserta.

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Cena 2: A praia é de água doce, não tem coisa melhor para quem tem alergia a sal como eu (a cena 1 é a que abre o post).

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Cena 3: A vontade era de ficar descansando nessa sombra, mas queria chegar logo ao hotel e tirar a areia do tênis. A brisa é fresca, mas o sol não perdoa.

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Cheguei ao hotel do Farol, coloquei um chinelo e fui inocentemente a pé até a vila. Andei mais uns 5 km, quase não acreditei no percurso deserto e cheio de paisagens inesperadas, como essa casa na árvore.

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Praias mais desertas que a ilha.

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Aqui eu já tava quase tendo alucinações com o calor, daí achei uma barraquinha que vendia cerveja e tomei um litrão como se fosse água.

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Cheguei na vila depois de andar em zig-zag por mais de uma hora. Olha a vista do fim dessa rua.

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Fui direto para a Tapiocaria. As tapiocas do Mosqueiro são enroladas como um charuto e muito macias. São tão famosas que para fazer sucesso na capital, basta botar o nome “Mosqueiro” na sua barraquinha de tapioca. Sucesso garantido.

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Comi uma tapioca recheada com ovo e queijo cuia (R$ 3,50) -- e estava muito gostosa, ainda mais acompanhada pelo cafezinho que tinha acabado de ser passado. Olha o capricho do crochê no copinho de plástico.

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Fiquei um tempinho me recuperando no quiosque da Rosilda, que recomendou seu mingau de banana. Um costume que não tenho: tomar mingau. Mas estamos falando de terruá Pará e pedi logo um misturado: mingau de banana e de tapioca.

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Pense numa coisinha reconfortante (apesar do calor) para se comer vendo o por do sol. É o mingau morninho (R$ 2,50) servido com açúcar e canela.

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Já recuperado dei um rápido passeio pela cidade. Fui ao Mercado Municipal (a 20 passos da Rosilda), entrei na igreja (a 30 passos da Rosilda) e sentei no banco da praça (atrás da Rosilda).

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As cores do céu da ilha do Mosqueiro são espetaculares, nem precisam de Photoshop, rs.

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Daí voltando para o hotel (agora de táxi), vi uma cena que me fez entender porque chamam Mosqueiro de Ilha do Amor. Porque existe amor em Mosqueiro, uai; só eu que não tô pegando nem encosto. Fuén!

FONTE:

http://ptdemosqueiro.blogspot.com.br/2013/01/o-blog-pt-de-mosqueiro-homenageia-belem.html

MOSQUEIRANDO: Conheça vários comentários interessantes sobre a matéria assinada por Marcelo Katsuki, visitando o Blog PT de Mosqueiro. Acesse o link acima.

CANTANDO A ILHA: MOSQUEIRO

Autora: Celina Vasques

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Ilha bucólica fica no Pará
pequena distinta, de um esplendor
tamanho...
PRINCESA DO MAR!
Linda, com, suas ruas pequenas
praias maravilhosas
PRAIA DO FAROL, CHAPÉU VIRADO,
ARIRAMBA, MURUBIBA
e outras enfim...

E eu andava e andava,
maravilhada, extasiada
com toda aquela beleza
e sentava nas calçadas
corria nas praias...
E ficava longo tempo
contemplando o luar!

Ai! MOSQUEIRO dos
meus amores
das minhas dores
dos meus escritos dos cantos
dos passarinhos
dos meus amigos
DA SAUDADE que me invade...
Da alvorada, do Pôr do sol
daquelas ondas gigantes
DA CLELINHA, DA CECILIA,
DA REGINA, DA MAGÁ, DA VERA,
DA MAILÕ, DA MAIZÉ, DA GUTE,
DA MAURILA... VANIA, BERNA, SONIA E GRAÇA

DOS MEUS
NAMORADINHOS,
das nossas festas, das bagunças,
da moçada feliz!

Quantos sonhos e alegrias
quantos finais de semana
Férias de julho
MINHA JUVENTUDE que deixei lá
Mosqueiro que saudades me dá!

FONTE: http://vasquescelina.blogspot.com.br/2012/01/mosqueiro.html

A autora:

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Celina Vasques, brasileira, divorciada, mãe de 3 filhos maiores, paraense, residente e domiciliada em Manaus/Amazonas. Poeta e Escritora. Como poderia dizer quem sou? Quiçá assim:

Sou eu... Mulher! Sou poetisa mágica, que inspirada no amor bebo a vida e a luz da Paixão! Sou mulher sou guerreira, que sorrindo vive cantando encantos e desencantos... De loucura e furor meu coração acende todas as chamas do ódio ao amor! Tenho um deserto de amarguras n'alma, trago no peito vivas chagas de um amor perdido...

Sou a tristeza dos mares o verde das árvores o cheiro das flores, a sinfonia de pássaros o vento das noites o tremor dos pinheiros... Cantigas de Amor!

Quem sou eu? A languidez de teus olhos, tua sombra, o eco dos teus passos, teus suspiros e queixumes... Teu prazer!

Sou um canto de saudade a lágrima ardente que em teu colo orvalhei... Quem sou eu? Sou Mulher!

FONTE: http://celina-vasques.blogspot.com.br/

sábado, 12 de janeiro de 2013

JANELAS DO TEMPO: O ANIVERSÁRIO DE BELÉM

 

Hoje, Belém do Pará, a cidade das mangueiras, completa 397 anos de existência. É a capital, a maior e mais populosa cidade do Estado e, também, o Portal da Amazônia. Cidade natural construída ao nível das águas da baía do Guajará, em terreno entrecortado por inúmeros riachos e igarapés, que foram transformados em canais ao longo do tempo, enfrenta, durante o chamado inverno amazônico, sérios problemas de inundações e alagamentos, principalmente em suas áreas de baixadas. Porém, são tantos e tão variados os seus atrativos que a sofrida população belenense esquece, nos momentos festivos, esses e outros problemas locais, para deliciar-se com a beleza de nossas paisagens, o sabor exótico da nossa culinária e a riqueza da nossa cultura. É o orgulho de ser Paraense! PARABÉNS BELÉM!

A cidade de Belém começou com a ocupação da foz do rio Pará, com a construção do Forte do Presépio e da primeira capela, em 1616, por Francisco Caldeira Castelo Branco. Ao redor do forte, surgiu o núcleo que mais tarde se transformou na cidade.

Belém foi fundada em 12 de janeiro de 1616. A expedição portuguesa desembarcou às margens da baía do Guajará, onde foi erguido o Forte do Presépio, hoje Forte do Castelo. O objetivo era evitar a ocupação dos holandeses, ingleses e franceses que estavam tomando o norte da América do Sul.
A nova conquista dos portugueses foi batizada de Feliz Lusitânia. Tempos depois foi chamada de Santa Maria do Grão-Pará, Santa Maria de Belém do Grão-Pará e, finalmente, Belém, nome de um dos bairros mais antigos de Lisboa, a capital portuguesa, conhecido por seus famosos "pastéis de Belém". Daquele bairro, mais exatamente da Torre de Belém, saíram as embarcações que atravessaram o Atlântico para chegar às novas terras do chamado "Novo Mundo".

FONTE: http://www.klickeducacao.com.br/bcoresp/bcoresp_mostra/0,6674,POR-673-8821,00.html

A 25 de dezembro de 1615 a expedição partiu da baía de São Marcos, composta do patacho Santa Maria da Candelária, do caravelão Santa Maria das Graças e da lancha grande Assunção. Compunha-se de 150 homens, 10 peças de artilharia, pólvora e muita munição e mantimentos. O piloto-mor era Antônio Vicente Cochado, o francês Charies servindo de guia. As três embarcações eram comandadas por Pedro de Freitas, Antônio da Fonseca e Álvaro Neto. A viagem sem incidentes durou 18 dias. E a12 de janeiro de 1616 os portugueses aportaram na baía de Guajará, chamada pelos nativos de Paraná-Guaçu.

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Fundação de Belém, obra de Theodoro Braga, 1908, Museu de Arte de Belém (MAB). Na imagem a chegada dos portugueses em suas embarcações, os índios Tupinambá observam a chegada às margens da baía do Guajará (à direita, abaixo) e a construção do Forte do Presépio pelos portugueses (à esquerda).”

FONTE: 

http://parahistorico.blogspot.com.br/2009/02/exploradores-e-fundacao-de-belem.html

Para homenagear Belém do Pará em seu 397º Aniversário, um vídeo de Edinaldo Lobato:

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

MEIO AMBIENTE: Ilha de Mosqueiro: Cartas náuticas, navegação e meio ambiente

 

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Navio cargueiro na imensidão do Rio Pará, perto de Belém (PA)

Carta Náutica

Carta náutica, carta de marear, carta hidrográfica ou plano hidrográfico é uma representação cartográfica de uma área náutica, podendo representar em conjunto as regiões costeiras adjacentes à área náutica. É o equivalente marítimo dos mapas terrestres, e são as descendentes dos portulanos. Dependendo da escala, pode ter detalhes tanto do relevo da costa quanto do relevo aquático, além de outras informações, como edificações, vegetação, infraestrutura da costa, etc.

São os documentos cartográficos que resultam de levantamentos de áreas oceânicas, mares, baías, rios, canais, lagos, lagoas, ou qualquer outra massa d’água navegável e que se destinam a servir de base à navegação; são geralmente construídas na Projeção de Mercator e representam os acidentes terrestres e submarinos, fornecendo informações sobre profundidades, perigos à navegação (bancos, pedras submersas, cascos soçobrados ou qualquer outro obstáculo à navegação), natureza do fundo, fundeadouros e áreas de fundeio, auxílios à navegação (faróis, faroletes, boias, balizas, luzes de alinhamento, radiofaróis, etc.), altitudes e pontos notáveis aos navegantes, linha de costa e de contorno das ilhas, elementos de marés, correntes e magnetismo e outras indicações necessárias à segurança da navegação.

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 Tecnologia informacional e cartas náuticas

O advento da computação de baixo custo e o Sistema Global de Posicionamento (GPS) permitiu o surgimento de sofisticados sistemas de navegação. Tal tecnologia, que permite a navegação em tempo real e a integração de cartas especiais com a silhueta do navio, o Radar e diversos equipamentos de navegação, e que possui  funções de navegação automatizadas e de troca de dados precisos de posicionamento, tudo de forma eletrônica, está revolucionando a navegação aquaviária, proporcionando o maior avanço na segurança da navegação desde a invenção do Radar.

Produzir e manter atualizadas as Cartas Digitais da Diretoria de Hidrografia e Navegação (DHN) , que venham a integrar esses sistemas de navegação e os sistemas computacionais de apoio ao planejamento e à condução das operações navais, constituem atualmente o esforço principal desenvolvido pelo Centro de Hidrografia da Marinha (CHM) na área da cartografia.

Brasil e Amazônia sustentáveis

Em 2002, o Governo Federal  publicou  ESPECIFICAÇÕES E NORMAS TÉCNICAS PARA A ELABORAÇÃO DE CARTAS DE SENSIBILIDADE AMBIENTAL PARA DERRAMAMENTOS DE ÓLEO (CARTAS SAO), a partir do Ministério do Meio Ambiente (MMA) donde se estabelece a importância das cartas náuticas no contexto da sustentabilidade ambiental, quando “ da prevenção, o controle da poluição e a manutenção do equilíbrio ecológico que exigem medidas especiais para a proteção e preservação do meio ambiente”.

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As Cartas SAO utilizarão como base cartográfica fundamental os documentos cartográficos oficiais brasileiros, ou seja, na parte costeiro-marinha as Cartas Náuticas, publicadas pela Diretoria de Hidrografia e Navegação – DHN/MB.

As Cartas de Sensibilidade Ambiental para Derramamentos de  Óleo (Cartas SAO) constituem um componente essencial e fonte de informação primária para o planejamento de contingência e avaliação de danos em casos de derramamento de óleo. Ademais, as Cartas SAO representam uma ferramenta fundamental para o balizamento das ações de resposta a vazamentos de óleo, na medida em que, ao identificar aqueles ambientes com prioridade de preservação, permitem o direcionamento dos recursos disponíveis e a mobilização mais eficiente das equipes de proteção e limpeza.

Podemos relevar a importância das cartas náuticas da Marinha do Brasil quando do levantamento de subsídios à elaboração do PROJETO DE GESTÃO INTEGRADA DA ORLA MARÍTIMA – PROJETO ORLA (2004). O projeto é uma ação inovadora no âmbito do Governo Federal, conduzida pelo Ministério do Meio Ambiente, por meio da Secretaria de Qualidade Ambiental nos Assentamentos Humanos, e pela Secretaria do Patrimônio da União do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, buscando implementar uma política nacional que harmonize e articule as práticas patrimoniais e ambientais, com o planejamento de uso e ocupação desse espaço que constitui a sustentação natural e econômica da Zona Costeira.

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Em 2008, o Governo Federal através do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República e CENTRO GESTOR E OPERACIONAL DO SISTEMA DE PROTEÇÃO DA AMAZÔNIA, lançou o PROJETO CARTOGRAFIA DA AMAZÔNIA para elaborar proposta para o Levantamento Estratégico Integrado para a Amazônia com o objetivo de cobrir "vazios cartográficos" da região amazônica. Dentre os denominados subprojetos está o de Cartografia Náutica que se encontra desatualizado. A atualização das cartas náuticas será priorizada de acordo com a importância econômica, intensidade do tráfego e variabilidade ambiental das hidrovias da região responsáveis pelo escoamento de mais de 95 % do volume das exportações.

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Amplia-se a cada dia o papel da  cartografia náutica brasileira, sobretudo quando a autoridade marítima contribui responsavelmente na perspectiva da sustentabilidade ambiental. Assim, No VI Seminário Brasileira sobre Água de Lastro (2010), relevou-se a Prática da Cartografia Náutica na proteção e monitoramento ambiental da água de lastro quando da implementação de procedimentos para controle de espécies invasoras, a parir de pesquisadores, empresas, instituições marítimas, portuárias, ambientais e sanitárias do Brasil e América do Sul:

“... é proibida a descarga de Água de Lastro nas Áreas Ecologicamente Sensíveis e em Unidades de Conservação (UC) ou em outras áreas cautelares estabelecidas pelos órgãos ambientais ou sanitários, nas águas jurisdicionais brasileiras (AJB), quando plotadas em carta náutica;” NORMAM 20 – DPC.

Destaca-se também sua importância nos dias atuais no suporte para a efetivação de procedimentos à problemática de roubo de água ou hidropirataria na região.

Mosqueiro nas cartas náuticas

Segundo a historiografia relacionada à Ilha de Mosqueiro, mais precisamente sobre sua localização para efeito de navegação, a referência ao termo é observada por pesquisadores desde 1680, através de cartas náuticas, com referência geográfica que utilizava o termo “Ponto do Mosqueiro”, onde já se encontrava a vila da ilha.

Atualmente estão à disposição de interessados as seguintes cartas náuticas com referência a Mosqueiro, através da  Diretoria de Hidrografia e Navegação (DHN):

303. Do Baixo do Espadarte a Mosqueiro
304. De Mosqueiro a Abaetetuba

315. Da Boca da Vigia a Mosqueiro
316. De Mosqueiro a Belém

RIO PARÁ, DA BARRA AO PORTO DE BELÉM

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Reconhecimento e demanda

Carta 303

O rio Pará separa as costas leste, sueste e sul da ilha de Marajó do continente; tem uma largura considerável, havendo trechos em que o navegante situado no meio do rio não avista suas margens; comunica-se com o rio Amazonas através de canais denominados estreitos e furos, que separam as inúmeras ilhas localizadas entre a costa sudoeste da ilha de Marajó e o continente; é desembocadura do rio Tocantins e de vários rios menores; e na sua confluência com o rio Guamá fica a cidade de Belém, capital do Estado do Pará, com seu porto.

Junto à ilha de Marajó há um canal alternativo, o canal do Quiriri, que tem início na boia luminosa Quiriri (Águas Seguras) e é balizado por boias luminosas de boreste e bombordo, até o extremo sul da coroa Seca. A praticagem neste canal é  facultativa para os navios nacionais e estrangeiros que não transportem carga perigosa, até o fundeadouro ao largo de Mosqueiro.

Carta 316

– no canal do Mosqueiro evitar a aproximação das pedras a nordeste da ilha de Tatuoca, balizadas por boia luminosa de boreste.

RIO PARÁ PONTOS CARACTERÍSTICOS NA MARGEM DIREITA

A margem direita do rio Pará é a normalmente utilizada no posicionamento do navegante que se destina ao porto de Belém.

Cartas 316 e 304

Ilha do Mosqueiro (01°09′S – 048°28′W) – Tem sua região oeste, junto à margem do rio, ocupada pela localidade balneária de Mosqueiro, que é muito edificada e bem iluminada. Na ponta do Chapéu Virado, na parte norte de Mosqueiro, fica o  farol Chapéu Virado (0184), um tubo metálico branco sobre base de concreto armado, tendo uma placa de visibilidade com faixas brancas e encarnadas, 10m de altura e luz isofásica verde na altitude de 11m com alcance de 13M. 3M a ENE do farol há uma torre notável. Mosqueiro dista 86 km de Belém, por estrada asfaltada, e dispõe de um atracadouro para embarcações de navegação interior.

Perigo

Carta 316

Pedra – Sempre descoberta, no canal do Mosqueiro, na marcação 310° e distância de 0,7M da igreja de Icoaraci (01°18,1′S – 048°29,0′W). É balizada por boia luminosa de bombordo.

No canal de acesso ao porto de Belém, entre a localidade de Icoaraci e a ilha da Barra há profundidades menores que as representadas na carta. Os navegantes só deverão demandar este trecho com perfeito conhecimento local.

Fundeadouros

Carta 315

Ao norte da ilha do Mosqueiro, na baía do Sol (01°00′S – 048°23′W), com profundidades de 10m a 17m, fundo de areia e lama e abrigado de todos os ventos.

Cartas 315 e 316

A noroeste de Mosqueiro, na área delimitada na carta por linha de limite de fundeadouro, para navios aguardando inspeção sanitária, aduaneira e da polícia marítima.

Maré e Corrente de Maré

Carta 303

A maré tem característica semidiurna, sofrendo forte influência do vento e da chuva, com amplitude máxima de 3,7m e corrente de até 3,5 nós, que perdura por até 2 horas após a inversão da maré. As alturas do nível médio sobre o nível de redução da carta são as seguintes: 2,7m em Salinópolis, 2,3m em Colares e 1,8m em Mosqueiro e Belém.

Praticagem

A zona de praticagem obrigatória tem como limites os seguintes locais de embarque e desembarque de prático e os portos de Belém e Vila do Conde e a madeireira do estreito de Breves:

Cartas 302, 315 e 316

– navios procedentes de alto-mar, que não tenham recebido prático para o trecho facultativo do canal do Quiriri: ao largo da localidade de Mosqueiro, na marcação 146° e distância de 2,5M do farol Chapéu Virado, posição 01°06,00′S – 048°29,30′W.

PORTO DE BELÉM

Cartas 304 e 320

O porto está localizado na cidade de Belém, capital do estado do Pará, na margem direita do rio Pará, 70M a montante de sua barra.

A área portuária é delimitada pelo trecho do rio Pará compreendido entre o atracadouro municipal da localidade de Mosqueiro, ao norte, e sua confluência com o rio Guamá, ao sul, incluindo as duas margens e ilhas dentro destes limites.

Referências

www.mar.mil.br/.../067-078b-Rio-Para-Da-Barra-ao-P...

https://www.mar.mil.br/dhn/chm/cartas/car_digitais.html

http://pt.wikipedia.org/wiki/Carta_n%C3%A1utica

www.sipam.gov.br/.../cartografia_versao_final.pdf

http://ambientes.ambientebrasil.com.br/agua/artigos_agua_doce/navios_roubam_agua_dos_rios_da_amazonia.html

http://canalrural.ruralbr.com.br/fotos/canal-rural-na-estrada-20-08-2008-13615.html

Posted 3 weeks ago by Pedrosleao@yahoo.com.br

FONTE: http://mosqueiroambiental.blogspot.com.br/2012/12/ilha-de-mosqueiro-cartas-nauticas.html

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

CURIOSIDADES: O AREIÃO ENCANTADO

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Usando a imaginação e a reciclagem das garrafas PET, as professoras Luciana Bittencourt e Emmanuelle Franco realizaram, em dezembro de 2012, pelo segundo ano consecutivo, o PROJETO “O AREIÃO ENCANTADO”, decorando o espaço mais importante da praia do Areião com motivos natalinos. A praia, que é banhada pelas águas da baía de Santo Antônio, tem um significado relevante para a história da Ilha, além da importância religiosa ao mesmo tempo folclórica sintetizada na Festividade de São Pedro, durante a quadra junina. Com as duas jovens idealistas, o local passou a ganhar mais um atrativo: a decoração natalina, como cenário de eventos festivos de confraternização, entre os quais destacamos o réveillon. E por falar em decoração, vejamos algumas imagens captadas por Christopher Bahia:

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