quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

CURIOSIDADES: CHUPA-CHUPA NA BAÍA DO SOL

O dia 21 de dezembro de 2012 está próximo. É a data em que o Calendário Maia, iniciado há 5.200 anos, chegará ao fim. Será o APOCALIPSE? O Fim-do- Mundo provocado por tempestades solares causadas pela inversão dos pólos da Terra e enfraquecimento do escudo do campo magnético ou pela colisão com NIBIRU, um hipotético, errante e fantasmagórico planeta (ou estrela)? Será o dia em que, finalmente, as civilizações extraterrestres se revelarão à Humanidade, iniciando uma Nova Era? Você tem exatamente dois anos para refletir sobre o assunto. Tudo pode acontecer, inclusive... nada! Mas, enquanto você pensa em catástrofes e na existência de vida em outros lugares do Universo, vamos falar da visita que turistas interplanetários (ou seriam exploradores?) fizeram à Baía do Sol em 1977, história investigada pela Equipe CIPEX (Centro de Investigação Exobiológica).

“A Fase da Baía do Sol

 

Equipe CIPEX ( contato@fenomenum.com.br )

Objetos tripulados

A maioria dos casos envolveram apenas observação de objetos luminosos, que paralisavam testemunhas e emitam feixes luminosos produzindo queimaduras. Entretanto houveram casos de observação de tripulantes destes objetos. Um dos casos mais conhecidos envolveu a senhora Claudomira Paixão, que na noite de 18 de outubro de 1977, acordou com uma intensa luminosidade sobre a casa, na Baía do Sol.

"A luz primeiramente era verde, tocou minha cabeça e atravessou a minha face. Despertei totalmente e a luz tornou-se vermelha. Pude ver uma criatura, como um homem, usando um macacão tal como os de mergulho. Tinha um instrumento como uma pistola. Apontou-o para mim e o objeto brilhou por três vezes acertando-me o peito durante as três ocasiões, quase no mesmo lugar. Estava quente, feria-me, parecia que me espetavam agulhas em todos os três pontos. Penso que me extraíram sangue. Eu estava apavorada, não podia mexer as minhas pernas. Estava aterrorizada".

Após o contato, Claudomira apresentava dor de cabeça e moleza no corpo fraqueza que perdurou por alguns dias. Ela  foi até a Unidade de Saúde de Colares, onde foi atendida pela doutora Wellaide e posteriormente encaminhada para Belém, onde fez exames complementares no Instituto Médico Legal Renato Chaves.

Claudomira também apresentou queimaduras no peito, no local onde foi atingida pelo feixe de luz. Eram três pequenas marcas circulares, em forma de perfuração em triangulo acima do seio.

"Era quente e doía. Era como uma espetada de agulha. Os três pontos sangravam. No momento que isso aconteceu, fiquei com muita sede. Estava apavorada, mas não podia mexer minhas pernas. Fiquei paralisada. De medo, eu gritei e gritei. Minha prima, Maria Isaete, estava dormindo na mesma sala. Ela acordou e viu a luz, e começou a gritar também.”

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Claudomira Paixão, em 1981

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